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  • JUFRA DO BRASIL PROMOVE ESCOLAS DE FORMAÇÃO EM AE E DHJUPIC

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sábado, 18 de abril de 2015

Amados irmãos da JUFRA do Brasil,

Paz e bem! Hoje nos alegramos com o dom da vida do nosso querido Animador Fraterno Nacional, o irmão Raphael Taboada, OFS.

Queremos agradecer de coração todo o amor, dedicação e carinho com os quais vem colaborando para a construção do reino de amor que a Juventude Franciscana do Brasil almeja. Desejamos que Deus esteja sempre contigo, te cuidando e zelando pela tua felicidade. Agradecemos todo o esforço em servir ao ideal da Jufra, não só como Animador Fraterno, mas também pela colaboração que vem dando como membro da Equipe Jurídica desse triênio, sendo completamente disponível para fins de assessoria na atualização dos documentos jurídicos da Jufra do Brasil, bem como dos Regionais que necessitam de atualização estatutária. Saiba, irmão, que sua presença em nossa vida é animadora e gratificante. O seu apoio, sua gentileza e maturidade é exemplo fiel de que JUFRA e OFS de mãos dadas torna o caminho mais fácil e abençoado. Te amamos muito, mano. Paz e bem! FELICIDADES!!!

quarta-feira, 15 de abril de 2015



No último final de semana, dias 10, 11 e 12 de abril, a JUFRA do Brasil celebrou mais um marco referencial em sua história. A Fraternidade Frei Leão de Assis, de Anápolis, GO, foi oficializada, reinaugurando assim mais um capítulo da presença da JUFRA no Estado do Goiás e, consequentemente, no Regional Centro, que há alguns anos não contava mais com a existência de alguma Fraternidade oficializada.
            O final de semana foi permeado de vários momentos significativos, e que foram vivenciados envolvendo praticamente os vários ramos da Família Franciscana anapolina. Na sexta à noite (10) deu-se início ao Retiro Inicial da Formação Base da JUFRA, com a presença do Ministro Provincial da Província Franciscana do Santíssimo Nome de Jesus, Frei Marco Aurélio da Cruz, OFM, que conduziu um momento de Adoração ao Santíssimo, onde ele nos presenteou com uma profunda reflexão a partir de textos das Fontes Franciscanas, acompanhados de diversos cantos franciscanos. No sábado (11) o Retiro prosseguiu com um momento conduzido pelo Assistente Nacional da JUFRA, no qual os jovens iniciantes foram motivados a ‘refazerem o caminho’ que os levou a querer abraçar o compromisso franciscano de vida, através de símbolos que marcaram todo o período da Etapa de Formação Inicial que eles traçaram. Outros momentos foram ainda conduzidos, todos no espírito da abertura ao silêncio e à partilha de vida, contando com a presença dos Assistentes Locais, Frei Danilo e Frei Túlio, além de Renato Rocha, OFS, Animador Fraterno Regional, que motivaram os nossos jovens a uma profunda reflexão acerca dos valores da vida fraterna, através de dinâmicas e momentos de vivência e da partilha de alguns textos das Fontes. Na tarde deste dia, os irmãos foram motivados a um momento de deserto, a partir de uma reflexão sobre a Carta de Guaratinguetá – A JUFRA que queremos ser!
            A manhã do domingo (12) foi dedicada a uma ‘caminhada pelas Diretrizes de Formação da JUFRA do Brasil’, na qual o irmão Henrique Bruno Ribeiro, Secretário Nacional para a Área Centro-Oeste, apresentou qual o itinerário formativo a ser feito pelos nossos jovens nas próximas etapas que vivenciarão de agora em diante. O momento foi muito importante para esclarecer algumas dúvidas quanto à formação.
A oficialização da Fraternidade Frei Leão de Assis se deu pela Celebração do Rito do Compromisso, que foi realizado na Celebração Eucarística, às 19h, na Igreja Matriz da Paróquia de São Francisco, e foi presidida pelo Ministro Provincial e concelebrada por diversos frades Menores presentes. Após uma breve exortação sobre o carisma franciscano, feita durante a Homilia, seguiu-se o Rito do Compromisso, abraçado por nove jovens da Paróquia de São Francisco de Assis, em Anápolis, a saber: Ana Maria, Déborah, John Maico, Gabriel, Gabriela, Pedro Henrique, Rafael Henrique, Patrick e Geovana. Ao final da Celebração foi feita a leitura da Ata de Fundação da Fraternidade.
             Dois momentos muito significativos que se seguiram foram: a eleição do Secretariado Fraterno Local, celebrada na Capela do Mosteiro das Irmãs Clarissas de Anápolis, com a escolha da irmã Déborah por parte dos irmãos para assumir o serviço como Secretária Fraterna Local; e o jantar festivo, realizado na Sede da Fraternidade da OFS Local, contando com a presença de toda a Família Franciscana e de familiares dos nossos jufristas.
            Aos nossos novos jufristas os nossos sinceros desejos de perseverança e vigor diante do compromisso assumido e nossas boas-vindas à JUFRA do Brasil! E aos frades Menores da Província Franciscana do Santíssimo Nome, na pessoa de seu Ministro, Frei Marco Aurélio, nossos mais sinceros agradecimentos por todo o apoio e incentivo dados à nossa Juventude Franciscana.

Frei Wellington Buarque, OFM
Assistente Espiritual Nacional

terça-feira, 14 de abril de 2015



“O mais importante do bordado

 É o avesso

 É o avesso

 O mais importante em mim

 É o que eu não conheço

 O que eu não conheço

O que de mim aparece
É o que dentro de mim Deus tece"
(A Mão do Amor - Maria Betânia)

Nesses últimos dias 28 e 29, o Secretariado Nacional da Juventude Franciscana do Brasil se reuniu em Brasília, na sede da Família Franciscana do Brasil, para realizarmos a 4° Reunião Ordinária do Secretariado Fraterno Nacional da JUFRA do Brasil, triênio 2013-2016. Estiveram presentes na reunião os irmãos: Mayara Ingrid (Secretária Fraterna), Gleice Francisca (Área Sul), Mônica Rodrigues (Área Sudeste), Henrique Ribeiro (Área Centro-Oeste), Vanderson Silva (Área Norte), Sandolini Braga (Área Nordeste A), Ricardo Meneses (Área Nordeste B), Carol Miranda (Formação), Igor Bastos (DHJUPIC), Aparecida Brito (Finanças), Washington Lima (Ação Evangelizadora), Jéssica Lima (Comunicação Social, Registro e Arquivo), Rebecca Nascimento (Infância, Mini e Micro Franciscanos), Raphael Taboada (Animador Fraterno Nacional) e Frei Wellington Buarque (Assistente Espiritual Nacional).

Em mais uma reunião de planejamento da caminhada da Juventude Franciscana do Brasil, o SFN abraçou uma vasta pauta de atividades, assuntos e projetos para serem minuciosamente expostos em busca de uma melhor execução nas bases. Como ponta pé do último ano de serviço, iniciamos 2015 com muito entusiasmo e bons projetos para a JUFRA do Brasil. Projetos audaciosos e de consolidação da JUFRA nesse momento de atualização em que vivemos. Portanto, muitos assuntos foram tratados. Dentre tantos:

- Panorama detalhado dos Regionais da JUFRA, pelos Secretários Nacionais de Área;

- Apresentação e Discussão do plano de atividades das Secretarias (de serviços, aéreas, animação fraterna e assistência espiritual) para o ano de 2015;

- Dentre outros atividades, como: Escolas de Formação e Seminário Nacional Portal;  Site e Blogs; Relatório anuais; CD da JUFRA; Arquivo do Nacional; Estatutos Regionais; Síntese da prestação de contas 2014; Elaboração de Projetos Financeiros; Venda de Camisas e Livros; Assinaturas da Revista Paz e Bem; Situação Jurídica da JUFRA; Semana da Infância, Micro e Mini Franciscanos; Site da IMMF; Material oficial da IMMF; CNLB e comissão do Laicato; Família Franciscana do Brasil; Projeto Missionário de Intercâmbio dos Jufristas; Jornada Nacional de Direitos Humanos; Grito dos excluídos/as; Situação das Parceiras; Blog do DHJUPIC; Campanha da Fraternidade 2015; Cartilha para Animadores Fraternos, Página da Assistência; Material para assistência; logotipo da Assistência, etc; Confecção dos Novos Livros de Formação; Caderno de Formação; Cursos Onlines; Blog da formação.

Padre Ari
No domingo pela manhã, o Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, Padre Ari Reis, celebrou conosco a Missa de Domingo de Páscoa. A Jufra do Brasil se alegra  pela sua disponibilidade e delicadeza em compartilhar desse momento de reflexão e edificação da nossa fé e caminhada.

No domingo a tarde, tivemos uma convívio maravilhoso com Jufristas da Fraternidade Iniciante de Brasília, onde pudemos partilhar de nossa alegria em ver essa sementinha de amor crescer  aos cuidados da Fraternidade de OFS Local e Assistência dos Frades Menores Conventuais da Província São Maximiliano Kolbe, com tanta dedicação, disponibilidade e alegria.
 
OFS, Jufra e SFN
Agradecemos aos irmãos da OFS Fraternidade São Francisco - Asa Norte, por todo o amor e cuidado aos se disponibilizarem para acolhida e o translado do irmãos do SFN do aeroporto até o local da reunião; Agradecemos aos irmãos da Família Franciscana do Brasil, na pessoa da Irmã Neves, Coordenadora da Família Franciscana do Brasil,  por toda sua fraternidade e generosidade ao disponibilizar a sede da FFB para que pudéssemos nos reunir e nos hospedar, tornando toda essa missão possível.
Deus nos abençoe! Paz e bem!

Por Jéssica Lima

segunda-feira, 13 de abril de 2015

“Em todo jovem, mesmo no mais infeliz, há um ponto acessível ao bem, e a primeira obrigação do educador é buscar esse ponto, essa corda sensível do coração, e tirar bom proveito” – São João Bosco.

Considerando as manobras realizadas pela Câmara dos Deputados, nas duas últimas semanas, que resultaram na admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n° 171, as Pastorais da Juventude do Brasil (PJ, PJE, PJMP e PJR) e a Juventude Franciscana do Brasil (JUFRA) vêm a público reafirmar sua posição contrária à redução da maioridade penal, e repudiar as manobras legislativas que levaram à aprovação da referida proposta.

Estabelecer a maioridade penal não significa apenas estabelecer parâmetros para as políticas de segurança pública. Significa, principalmente, estabelecer parâmetros para a elaboração de políticas educacionais e sócio-culturais.

Reduzir a maioridade penal é reconhecer a incompetência do Estado em gerir suas políticas públicas em prol da juventude, e reconhecer o fracasso de uma sociedade em cuidar de seus jovens; é desvalorizar a vida dos/as milhares de jovens deste país, principalmente dos/as mais empobrecidos/as, fazendo com que o Brasil retroceda no histórico dos direitos humanos, tão duramente conquistados.

O Brasil, ao estabelecer a maioridade penal aos 18 anos, cumpre com importantes compromissos internacionais, como o Pacto de Beijiing para a Infância e a Juventude e o Pacto de Direitos Humanos de São José da Costa Rica. Com isso, encontra-se na vanguarda da defesa dos direitos da criança e do adolescente: 79% dos países que adotam a maioridade penal aos 18 anos possuem o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – considerado “alto” ou “muito alto” (1).

Além disso, reduzir a maioridade penal não significa frear ou reduzir os índices de violência. Nosso país encontra, hoje, a 3ª maior população carcerária do mundo, com 715 mil presos, estando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. Mesmo assim, o Brasil é considerado o 7° país mais violento do mundo, o que demonstra claramente que o encarceramento em massa não é o caminho para enfrentamento da violência (2).

O sistema penal atual não é eficaz em recuperar as pessoas em conflito com a lei; dados apontam que mais de 80% dos egressos do sistema prisional voltam a reincidir, enquanto menos de 20% dos adolescentes que foram submetidos às medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente reincidem (3).

De acordo com o Censo Demográfico de 2010 (IBGE), o Brasil possui 190.755.799 de habitantes, sendo 11% de pessoas com idade entre 12 e 21 anos. Ou seja, aproximadamente 21 milhões de habitantes são consideradas adolescentes nos termos da lei. Deste total, apenas 22.077 (ou seja, menos de 0,01% do total) estão em conflito com a lei. Ainda, apenas 1.852 foram acusados de homicídio: o que corresponde a menos de 0,008% do total de adolescentes do país (4). Ou seja, ao contrário do que demonstra a grande mídia e o senso comum, ínfima parte dos crimes violentos são praticados por adolescentes.

Aliás, é sempre importante relembrar: todos os adolescentes em conflito com a lei já são processados e punidos por seus atos delituosos, de acordo com as sanções que são previstas pela lei (artigos 112 e seguintes da Lei 8.069/1990, e Lei 12.594/2012).

Reduzir a maioridade penal significa encarcerar nossa juventude em um sistema prisional que não reeduca, nem ressocializa, tirando-lhes qualquer expectativa de futuro. A maioridade penal aos 18 anos, portanto, garante aos adolescentes em conflito com a lei a aplicação das garantias previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, cujas medidas punitivas e educativas são muito mais eficazes do que as penas previstas no Código Penal, ao garantir aos/às jovens maiores chances de inserção social,e ao assegurar à sociedade menores chances de reincidência infracional.

Trata-se, pois, de um direito fundamental dos adolescentes e jovens ter acesso a uma justiça especializada, que julgue seus atos de acordo com sua idade, e que lhes proponha adequada educação e punição. Alterar o texto do artigo 228 da Constituição Federal, reduzindo a maioridade penal, viola direito fundamental, e portanto, viola cláusula pétrea, o que faz com que a PEC 171 seja inconstitucional.

E é por atentar contra os princípios do Reino e da República que nós, das Pastorais de Juventude (PJ, PJE, PJMP e PJR) e da Juventude Franciscana (JUFRA), reafirmamos nosso compromisso em defesa da vida dos/as jovens, e repudiamos a ação da Câmara dos Deputados, que aprovou a admissibilidade da PEC 171, contrariando nossa Constituição.

Ser favorável a qualquer proposta que vise reduzir a maioridade penal é ser favorável ao extermínio da juventude, e, portanto, ser contrário aos planos de Deus, que nos oferece vida, e vida em abundância (cf. Jo 10, 10).

Rezamos a Deus para que a sociedade possa compreender a importância da matéria discutida, e para que possa valorizar a vida dos milhares de adolescentes e jovens deste país. Pedimos, também, que nossos representantes possam reafirmar o compromisso do Estado em cuidar, com dignidade, da vida dos adolescentes e jovens do Brasil, principalmente dos mais excluídos.

Que reduzir a maioridade penal sequer seja uma opção daqueles que optam pela Vida.

#DigaNãoÀReduçãodaMaioridadePenal

PASTORAL DA JUVENTUDE – PJ

PASTORAL DA JUVENTUDE ESTUDANTIL – PJE

PASTORAL DA JUVENTUDE DO MEIO POPULAR – PJMP

PASTORAL DA JUVENTUDE RURAL – PJR

JUVENTUDE FRANCISCANA DO BRASIL – JUFRA

Fontes: (1) BULHÕES, Antônio Nabor Areias et al. A razão da idade: mitos e verdades. Brasília:MJ/SEDH/DCA, 2001. PP. 31-32.

(2) “Brasil passa Rússia e tem a terceira maior população carcerária do mundo”, disponível em http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/06/1465527-brasil-passa-a-russia-e-tem-a-terceira-maior-populacao-carceraria-do-mundo.shtml. Acesso em 10 abr. 15.

(3) “Idade de responsabilidade penal juvenil e de adultos em diferentes países” in Porque dizer não à redução da idade penal. Relatório da United Nations Children’s Fund (UNICEF), 2007 – disponível em: http://www.crianca.mppr.mp.br/arquivos/File/idade_penal/unicef_id_penal_nov2007_completo.pdf. Acessado em 01 nov. 2014.


(4) Relatório da Criminalidade Juvenil, desenvolvido pela Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente – SINASE. Disponível em http://www.sdh.gov.br/assuntos/criancas-e-adolescentes/pdf/levantamento-sinase-2012. Acesso em 02 nov. 2014.


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