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  • JUFRA DO BRASIL LANÇA O IX CADERNO NACIONAL DE FORMAÇÃO

  • JUFRA DO BRASIL LANÇA CARTILHA EXPLICATIVA PARA A SEMANA DA INFÂNCIA, MINI E MICRO FRANCISCANOS

#NOVO CADERNO DE FORMAÇÃO, JÁ BAIXOU O SEU?

quarta-feira, 22 de outubro de 2014





Durante os dias 18 e 19 de Outubro do ano em curso, os irmãos Antonio da Silva Oliveira Junior (Formador do regional Norte II da Jufra), Alexandre Oliveira (Secretário de comunicação do regional Norte II da Jufra) e Frei Carlos (Assistente Espiritual do Regional Norte II da Jufra) estiveram na Fraternidade Santa Clara, na Cidade de Primavera/PA, realizando a primeira formação na fraternidade de Mini Franciscanos, cujo acompanhamento é feito pela fraternidade local de Jufra.
Foram dois dias de muito aprendizado e trocas de conhecimentos entre os formadores e os irmãos mini franciscanos da fraternidade local. Todos mostravam muito entusiasmo e durante a formação foi percebido pelos irmãos do regional o grande conhecimento que as crianças possuíam acerca de São Francisco, Santa Clara e sobre o Carisma Franciscano. Isso deixou evidente a boa e ótima formação passada pelas irmãs Valquiria, Lais e Letícia, da Fraternidade local de Jufra que estão acompanhando a fraternidade de Mini Franciscanos.
Durante os dois dias de formação, que contou com a presença de 15 irmãos da fraternidade de mini franciscanos, foram desenvolvidas dinâmicas que abordavam sobre o Carisma Francisclariano, Espiritualidade Francisclariana, jogos que abordavam sobre a vida de São Francisco e momentos de conversa e troca de informações sobre a Jufra e sua atuação. Ao final da formação, os irmãos da fraternidade de mini franciscanos vieram ao nosso encontro com o desejo de formarem um pequeno secretariado para que, juntos com as irmãs da jufra que os acompanham, traçarem novos caminhos e ações para sua fraternidade.
Foi encerrada a formação com uma Missa no domingo a tarde Celebrada pelo Frei Paulo (Pároco da Cidade de Primavera e também Frade Capuchinho) que além de pároco do Município, presta auxílio às fraternidades, tanto de Jufra quanto de mini franciscanos, do município de Primavera.
                                                                                   
                                       Antonio da Silva Oliveira Júnior (Secretário Regional de Formação Norte II)

"É isso que eu quero, isso que procuro, é isso que eu desejo fazer de todo coração!" - São Francisco de Assis

O Regional NE B1- PE/AL, no último final de semana (17 a 20/10), vivenciou mais um momento Formativo, no qual realizamos o nosso Retiro Inicial da Etapa de Formação Franciscana Secular(EFF). A Fraternidade capuchinha do Convento Coração Eucarístico de Jesus(Caruaru/PE) acolheu nosso Retiro que contou com a participação dos seguintes jovens, agora JUFRISTAS FORMANDOS: Guga Feitoza (Fraternidade Mensageiros de Cristo - Caruaru/PE), Elizabeth Lima da Silva (Fraternidade Nossa Senhora de Fátima - Camaragibe/PE), Erasmo Cláudio Cavalcante Junior, Stephanye Barros de Oliveira (Fraternidade Beleza Simples - Pesqueira/PE), Marília Cosme da Silva e  Priscylla Cavalcante Félix Vieira (Fraternidade  Luz Clara - Bom Conselho/PE). Estavam presentes também neste grande momento do nosso regional os ministros e/ou delegados das Fraternidades Locais dos irmãos, além da presença e preciosa participação da OFS Regional: a ministra Rosalva Egypto Costa, Flávio Martins (Coordenador de Formação Regional) e Helmir Soares(Animador Fraterno Regional). 
Frei Genivaldo OFMCap, assistente Regional, presidiu a celebração eucarística do domingo, na qual os nossos irmãos foram admitidos à OFS. Pedimos ao Altíssimo que abençoe os passos dos nossos irmãos nessa nova caminhada! Que Francisco e Clara vos ilumine!
                                                 Juliana Gonçalves Almeida (Secretária Regional de Formação)
             

           " A unidade é uma dádiva pela qual temos que pedir "
 Papa Francisco
Olá meus caros Jovens Franciscanos,

Nossa natureza humana, Igreja, Religião e Carisma, sempre pedem diálogo e unidade, nesse sentido, sintam-se convidados a vivenciar a Semana Franciscana pela Paz, de 24 a 30 de Outubro.

Entendendo o Contexto

Em 1986, aconteceu em Assis/Itália um encontro com 130 lideranças das principais religiões do mundo para rezar pela paz e proclamar que a religião nunca deve se tornar motivo de conflito, ódio e violência. Desde esse dia, a cidade de Assis, tornou-se para o todo o mundo e para todas as religiões um apelo à verdadeira paz. Essa data é um marco também para família franciscana, conhecida como o “Espírito de Assis”. Impulsionados por este “espírito” que anualmente, em todo o mundo, no mês de outubro tem-se realizado ações por uma cultura de paz.

Semana Franciscana pela Paz

A Semana Franciscana pela Paz surge em 2003, com o nome de Caminhada Franciscana pela Paz. Este evento é inspirado no exemplo de São Francisco de Assis, o qual fez o uso constante deste recurso, juntamente com seus companheiros, como meio de evangelizar e conscientizar a população, através da simplicidade e humildade, os valores da paz e da justiça. Momentos como o “Espírito de Assis” vem enriquecer o acontecimento, dentro de um mês tão significativo para nós.

Convite

O secretariado Nacional da JUFRA, através da Secretaria de Ação Evangelizadora, quer convidar você para realizar ações e/ou formações juntamente com toda Família Franciscana pela promoção da paz.

Você pode se perguntar: Por que encaixar isso nas atividades da minha fraternidade?! 

Entendemos o diálogo Inter-religioso como algo essencial na caminhada de um jufrista. Diante de tantos acontecimentos de intolerância religiosa, perto e distante de nós, é necessário promovermos a cultura do respeito, do diálogo.
O serviço de Ação Evangelizadora contempla tal eixo em sua fraternidade. Eis um tempo oportuno! Boa missão! Boas partilhas!


Washington Lima dos Santos
Secretário Nacional de AE

Seguem abaixo alguns links:
     


  

domingo, 19 de outubro de 2014

No final da tarde deste sábado, 18 de outubro, o Papa Francisco proferiu um discurso por ocasião do encerramento do Sínodo Extraordinário dos Bispos para a Família.

“Queridas Eminências, Beatitudes, Excelências, irmãos e irmãs,
Com um coração pleno de reconhecimento e de gratidão, gostaria de agradecer, junto a vós, ao Senhor que nos acompanhou e nos guiou nos dias passados, com a luz do Espírito Santo!
(...)

E tendo sido “um caminho” – e como em todo caminho -, houve momentos de corrida veloz, quase correndo contra o tempo pra chegar logo à meta; em outros, momentos de cansaço, quase querendo dizer basta; outros momentos de entusiasmo e de ardor. Houve momentos de profunda consolação, ouvindo os testemunhos dos pastores verdadeiros (cf. João 10 e Cann. 375, 386, 387) que levam no coração sabiamente as alegrias e as lágrimas dos seus fieis. Momentos de consolação e graça e de conforto escutando os testemunhos das famílias que participaram do Sínodo e partilharam conosco a beleza e a alegria de sua vida matrimonial. Um caminho onde o mais forte sentiu o dever de ajudar o mais fraco, onde o mais esperto se apressou em servir os outros, mesmo por meio dos debates. E sendo um caminho de homens, com as consolações houve também outros momentos de desolação, de tensão e de tentações, das quais se poderiam mencionar algumas possibilidades:
- Uma: a tentação de enrijecimento hostil, isto é, de querer fechar-se dentro do escrito (a letra) e não deixar-se surpreender por Deus, pelo Deus das surpresas (o espírito); dentro da lei, dentro da certeza daquilo que conhecemos e não daquilo que devemos ainda aprender e atingir. Desde o tempo de Jesus, é a tentação dos zelosos, dos escrupulosos, dos cuidadosos e dos assim chamados – hoje – “tradicionalistas” e também dos “intelectualistas”.
- A tentação do “bonismo” destrutivo, que em nome de uma misericórdia enganadora, enfaixa as feridas sem antes curá-las e medicá-las; que trata os sintomas contra os pecadores, os fracos, os doentes (cf. Jo 8,7), isto é, transformá-los em “fardos insuportáveis” (Lc 10,27).
- A tentação de descer da cruz, para contentar as pessoas, e não permanecer ali, para realizar a vontade do Pai; de submeter-se ao espírito mundano ao invés de purificá-lo e submeter-se ao Espírito de Deus.
- A tentação de negligenciar o “depositum fidei”, considerando-se não custódios, mas proprietários ou donos ou, por outro lado, a tentação de negligenciar a realidade utilizando uma língua minuciosa e uma linguagem “alisadora” (polida) para dizer tantas coisas e não dizer nada”. Os chamavam “bizantinismos”, acho, estas coisas...
Queridos irmãos e irmãs, as tentações não devem nem nos assustar nem desconcertar e muito menos desencorajar, porque nenhum discípulo é maior do que seu mestre; portanto se Jesus foi tentado – ate mesmo chamado de Belzebu (cf. MT 12, 24) – os seus discípulos não devem esperar um tratamento melhor.
Pessoalmente, ficaria muito preocupado e triste se não houvesse estas tentações e estas discussões animadas; este movimento dos espíritos, como chamava Santo Inácio (EE, 6), se tudo tivesse sido de acordo ou taciturno em uma falsa e ‘quietista’ paz. Ao contrário, vi e escutei – com alegria e reconhecimento – discursos e pronunciamentos plenos de fé, de zelo pastoral e doutrinal, de sabedoria, de franqueza, de coragem: e de parresia. E senti que foi colocado diante dos próprios olhos o bem da Igreja, das famílias e a “suprema Lex”, a “salus animarum” (cf. Can. 1752). E isto sempre – o dissemos aqui, na Sala – sem colocar nunca em discussão as verdades fundamentais do Sacramento do Matrimônio: a indissolubilidade, a unidade, a fidelidade e a ‘procriatividade’, ou seja, a abertura à vida (cf. Cann. 1055, 1056 eGaudium et Spes 48).
E esta é a Igreja, a vinha do Senhor, a Mãe fértil e a Mestra atenciosa, que não tem medo de arregaçar as mangas para derramar o óleo e o vinho nas feridas dos homens (cf. Lc 10, 25-37); que não olha a humanidade de um castelo de vidro para julgar ou classificar as pessoas. Esta é a Igreja Una, Santa, Católica, Apostólica e formada por pecadores, necessitados da Sua misericórdia. Esta é a igreja, a verdadeira esposa de Cristo, que procura ser fiel ao seu Esposo e à sua doutrina. É a Igreja que não tem medo de comer e beber com as prostitutas (cf. Lc 15). A Igreja que tem as portas escancaradas para receber os necessitados, os arrependidos e não somente os justos ou aqueles que acreditam ser perfeitos! A Igreja que não se envergonha do irmão caído e não faz de conta de não vê-lo, ao contrário, se sente envolvida e quase obrigada a levantá-lo e a encorajá-lo e retomar o caminho e o acompanha para o encontro definitivo, com o seu Esposo, na Jerusalém celeste.
Esta é a Igreja, a nossa mãe! E quando a Igreja, na variedade dos seus carismas, se expressa em comunhão, não pode errar: é a beleza e a força do sensus fidei, daquele sentido sobrenatural da fé, que é doado pelo Espírito Santo para que, juntos, possamos todos entrar no coração do Evangelho e aprender a seguir Jesus na nossa vida, e isto não deve ser visto como motivo de confusão e de mal-estar.
Tantos comentaristas, ou pessoas que falam, imaginaram ver uma Igreja em atrito, onde uma parte está contra a outra, duvidando até mesmo do Espírito Santo, o verdadeiro promotor e garante da unidade e da harmonia na Igreja. O Espírito Santo que ao longo da história sempre conduziu a barca através dos seus Ministros, mesmo quando o mar era contrário e agitado e os Ministros infiéis e pecadores.
E, como ousei dizer isto a vocês no início do Sínodo, era necessário viver tudo isto com tranqüilidade, com paz interior, mesmo porque o Sínodo se desenvolve cum Petro et sub Petro, e a presença do Papa é garantia para todos.
Falemos um pouco do Papa, agora, na relação com os bispos (risos). Assim, a missão do Papa é a de garantir a unidade da Igreja; é o de recordar aos fiéis o seu dever em seguir fielmente o Evangelho de Cristo; é o de recordar aos pastores que o seu primeiro dever é o de nutrir o rebanho – nutrir o rebanho – que o Senhor confiou a eles e de buscar acolhê-lo – com paternidade e misericórdia e sem falso medo – as ovelhas perdidas. Errei aqui. Disse acolher: ir buscá-las.
A sua missão é a de recordar a todos que a autoridade na Igreja é serviço (Cf. Mc 9, 33-35) como explicou com clareza Papa Bento XVI, com palavras que cito textualmente: “A Igreja é chamada e se esforça em exercer este tipo de autoridade que é serviço, e o exerce não em nome próprio, mas em nome de Jesus Cristo... através dos Pastores da Igreja, de fato, Cristo apascenta o seu rebanho: é Ele que o guia, o protege, o corrige, porque o ama profundamente. Mas o Senhor Jesus, Pastor Supremo das nossas almas, quis que o Colégio Apostólico, hoje os Bispos, em comunhão com o sucessor de Pedro... participassem desta missão de cuidar do Povo de Deus, de serem educadores na fé, orientando, animando e apoiando a comunidade cristã, ou, como diz o Concílio, “cuidando, sobretudo que cada fiel seja guiado no Espírito Santo a viver segundo o Evangelho a própria vocação, a praticar uma caridade sincera e ativa e a exercitar aquela liberdade com que Cristo nos libertou “ (Presbyterorum Ordinis, 6) ... é através de nós – continua o Papa Bento – que o Senhor atinge as almas, as instrui, as protege, as guia. Santo Agostinho, no seu Comentário ao Evangelho de São João diz: “Seja, portanto, esforço de amor apascentar o rebanho do Senhor” (123,5); esta é a suprema norma de conduta dos ministros de Deus, um amor incondicional, como aquele do Bom Pastor, pleno de alegria, aberto a todos, atento aos próximos e atencioso aos distantes (cf. Santo Agostinho, Discurso 340; Discurso 46, 15), delicado para com os mais fracos, os pequenos, os simples, os pecadores, para manifestar a infinita misericórdia de Deus com as palavras encorajadoras da esperança”. (Bento XVI, Audiência Geral, Quarta-feira, 26 de maio de 2010). 
Portanto, a Igreja é de Cristo – é a sua esposa – e todos os bispos, em comunhão com o Sucessor de Pedro, têm a missão e o dever de custodiá-la e de servi-la, não como donos, mas como servidores. O Papa, neste contexto, não é o senhor supremo, mas sim um supremo servidor – o “servus servorum Dei”; o garante da obediência e da conformidade da Igreja à vontade de Deus, ao Evangelho de Cristo e à Tradição da Igreja, deixando de lado todo arbítrio pessoal, mesmo sendo – por vontade do próprio Cristo – o “Pastor e Doutor supremo de todos os fiéis” (Can. 749) enquanto gozando “da potestade ordinária que é suprema, é plena, imediata e universal na Igreja” (cf. Cann. 331-334).
Queridos irmãos e irmãs, agora temos ainda um ano para amadurecer, com verdadeiro discernimento espiritual, as idéias propostas e encontrar soluções concretas às tantas dificuldades e inumeráveis desafios que as famílias devem enfrentar; dar respostas aos tantos desencorajamentos que circundam e sufocam as famílias.
(...)

Que o senhor nos acompanhe e nos guie neste caminho, pela glória do seu nome, com a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e de São José! E por favor, não esqueçam de rezar por mim! Obrigado.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Com debates direcionados à realidade feminina e ao papel da mulher no enfrentamento das situações de violação de direitos e cidadania, a Cáritas Brasileira promove o Seminário Internacional “Mulheres: fome, pobreza e tráfico humano”. O evento reúne cerca de 150 participantes no Centro Cultural de Brasília (CCB).

O seminário é uma iniciativa da Cáritas Brasileira em conjunto com a Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Pastoral da Mulher Marginalizada e a entidade norte-americana Catholic Relief Services. Também participam representantes da Cáritas da França e da Espanha, além das secretarias de Políticas Públicas para as Mulheres da Presidência da República e a de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan) do Ministério do Desenvolvimento Social.

O debate sobre a realidade feminina e o papel da mulher no enfrentamento das situações de violação de direitos e cidadania acontece em um momento em que a Cáritas realiza a Campanha “Uma família humana: pão e justiça para todos”, contra a fome no Brasil e no mundo. De acordo com a diretora executiva nacional da Cáritas, Maria Cristina dos Anjos da Conceição, “o objetivo é possibilitar uma maior compreensão da realidade das mulheres, no Brasil, no contexto da fome, pobreza e tráfico humano, buscando meios de transformação dessas realidades”.
Emmanuele dos Santos - Secretária Regional Nordeste A3, Igor Bastos – Secretário Nacional de DHJUPIC, Antônio Gean – Secretário Regional de DHJUPIC NE A2, juntamente com participantes da Costa Rica, Espanha, França e Brasil dialogam nos colóquios, debates, momentos culturais e mini plenárias sobre desigualdade de gênero, exploração sexual e tráfico humano.

domingo, 12 de outubro de 2014


Irmãos e irmãs, paz e bem!

De 02 a 10 de Novembro deste ano daremos início à primeira Semana da Infância, Micro e Mini Franciscanos da JUFRA do Brasil! Um momento tão especial como esse só pode ser preparado com muito carinho e precisa ser importante para todos nós jufristas: é preciso que todos nos empenhemos na concretização desse belo projeto.

Para nos prepararmos da melhor maneira é que pensamos esta cartilha. Veja bem, ela APRESENTA E EXPLICA as atividades que DEVEM SER REALIZADAS NA SEMANA DA INFÂNCIA, MICRO E MINI FRANCISCANOS. Apresenta e explica primeiros passos para que possamos começar a ensaiar e motivar nossos irmãos e irmãs menores no intuito de concretizarem tudo ou parte do que aqui citamos a partir do dia 02 até o dia 10/11. Vocês podem estar se Imaginando: ‘A nossa fraternidade de JUFRA nem tem fraternidade de Infância, Micro ou Mini... Nem precisamos realizar as atividades da semana!’ Ou então: ‘Essa atividade é para crianças e a nossa fraternidade local é de adolescentes... Não precisamos fazer!’ Redondamente enganados estão os que pensam assim! A Semana IMMF foi criada na intenção de nos conscientizarmos da importância das fraternidades de Infância, Micro e Mini Franciscanos como verdadeiras sementes da JUFRA, como nosso futuro, futuro de nossas fraternidades de JUFRA! Se sua fraternidade local ainda não tem fraternidades IMMF, que os irmãos procurem crianças/adolescentes conhecidas (os), façam visitas convidativas à catequese da paróquia, reúnam crianças/ adolescentes da família, na escola, enfim! O importante é tentar realizar pelo menos uma das atividades aqui propostas e divulgar a IMMF!

Temos muito a realizar! Precisamos entender/ compreender que o carisma franciscano alcança a todos, até os mais pequeninos. Vamos dar este presente às crianças e adolescentes do nosso Brasil: Chegar a Jesus Cristo através dos caminhos de São Francisco e Santa Clara de Assis. É no que cremos, é o que sonhamos. Afinal, eles são ou se tornarão pequenos franciscanos, mas já são nosso grande, nosso maior sonho!

Para baixar todo o MATERIAL da Semana:



CONTAMOS COM VOCÊ!
Um carinhoso e fraternal abraço de paz e bem,

Rebecca Nascimento de Oliveira
Secretária Nacional da Infância, Micro e Mini Franciscanos da JUFRA do Brasil.


sábado, 4 de outubro de 2014

Amados irmãos e irmãs da Jufra do Brasil,

Paz e bem!

É chegado o momento tão esperado por todos! Sabemos o quanto esse Caderno Nacional de Formação foi aguardado por todos os jufristas, irmãos da OFS, assistentes espirituais e Família Franciscana! Eis que estamos vivendo um tempo novo!
“Um novo tempo, apesar dos perigos...” A canção popular de Ivan Lins nos incentiva a construir com coragem e ânimo um novo tempo. Por isso nos serve de trilha sonora para esse momento tão ímpar na história da Jufra do Brasil! Ela nos lembra que todo tempo novo traz desafios novos e, com essas novidades, vêm perigos, riscos e também conquistas, alegrias, realizações...
Quanta mudança! E não são apenas mudanças de hábitos, de comportamentos, de gostos, de interesses... São mudanças profundas que dizem respeito ao modo de entender a vida e de se posicionar diante dela. Não podemos perder a referência do que recebemos de herança, mas estar atentos ao novo horizonte! Muita coisa mudou!
E com a chegada desse novo tempo - nem melhor nem pior, mas apenas diferente –, a Igreja se vê desafiada a continuar a testemunhar o Evangelho e a anunciar que ele é força para viver, com consciência também de que não é possível, em tempos novos, continuar com discursos antigos, com explicações teológicas que caducaram no tempo, com práticas piedosas e devocionais que não atraem mais nossa gente, com argumentos e discursos religiosos que não encontram mais pertinência no chão da nossa vida. Então, é hora de mudança também na Igreja. E a Juventude Franciscana não pode ficar de fora dessa novidade!
É por isso que, após mais de dois anos de muito estudo, reflexão, discussão e partilha, desde as fraternidades locais até a nacional, a Jufra do Brasil apresenta agora o fruto do trabalho e comunhão de muitos irmãos e irmãs que construíram o novo também entre nós, jovens franciscanos! Os jufristas encontram nesse IX Caderno as novas Diretrizes de Formação, aprovadas pela OFS do Brasil, que passam a entrar em vigor a partir dessa publicação, veículo oficial de comunicação com a fraternidade nacional.
Esse Caderno tem essa preocupação: ajudar os jufristas a entenderem e se envolverem nessa mudança! Todos os textos foram pensados a partir das novidades que o IV Congresso Extraordinário, realizado em Mogi Mirim/SP, trouxe para a nossa caminhada formativa. Agradecemos a TODOS os que deram a sua contribuição, direta ou indiretamente, para que chegássemos até aqui... Sabemos que não agradamos a todos, mas tudo foi feito de acordo com o que a maioria de nós sonhou e desejou construir...
Boa leitura e excelente nova caminhada a todos/as!
Abraço fraterno,
                                                            Ana Carolina Miranda
                                                     Secretária Nacional de Formação 


“No novo tempo, apesar dos castigos estamos crescidos, estamos atentos, estamos mais vivos pra nos socorrer, pra nos socorrer, pra nos socorrer... No novo tempo, apesar dos perigos da força mais bruta, da noite que assusta, estamos na luta pra sobreviver, pra sobreviver, pra sobreviver... Pra que nossa esperança seja mais que a vingança seja sempre um caminho que se deixa de herança...”
Novo Tempo (Ivan Lins)


São Francisco fala a todos, mas sei que tem precisamente por vós, jovens, uma atração especial. A sua conversão teve lugar quando estava na plenitude da sua vitalidade, das suas experiências e dos seus sonhos. Abri as portas a Cristo. Abri-as à maneira de Francisco, sem medo, sem cálculos, sem medida!”
(Bento XVI)


A todos os irmãos e irmãs da JUFRA do Brasil,
Aos/Às Assistentes Espirituais Regionais e Locais,
A todos os membros da Família Franciscana,

Saudações de paz e bem!

                Mais uma vez nossa Família se reúne em torno do Pobrezinho de Assis, neste dia em que queremos, primeiramente, agradecer a Deus pelo carisma suscitado na Igreja através dele. Mas, sobretudo, nos reconhecermos como herdeiros/as e portadores/as deste carisma, hoje.
Por isso, Francisco, com sua vida e sua vocação, nos convida a olharmos para nós mesmos e a nossa vocação! Voltando-nos à vida de Francisco, reconhecemos como ele pôde reler sua própria vida como uma existência conduzida e guiada pelo Senhor. O fazer misericórdia para com os leprosos, a escuta da voz e da Palavra, a fé nas igrejas e nos sacerdotes e a presença dos irmãos são realidades muito concretas na vida de Francisco, através das quais ele experimentou a revelação do Senhor. Como nós experimentamos, hoje, nas situações concretas de nossa vida e à nossa volta, o modo como o Senhor se revela a nós?
Na experiência de Francisco, como também na nossa, o papel dos irmãos é fundamental, é caminho para o Senhor e possibilidade de misericórdia. A Fraternidade que assumimos torna-se testemunho para o mundo se no seu centro está o Cristo Crucificado-Ressuscitado e se ela se alimenta continuamente do encontro com o Senhor. Por isso, cultivemos a vida de nossas fraternidades como uma graça, como um verdadeiro dom de Deus.
Celebrando nosso Pai Francisco, queremos convidar todos os irmãos/ãs a renovarem neste dia seu desejo de caminhar atentos aos apelos que Cristo nos faz, em nossa história, abertos a construirmos sempre, como irmãos e irmãs, um mundo novo, onde o ideal de vida que abraçamos possa ser sinal da presença de Deus na vida de tantos outros jovens que encontrarmos pelo caminho.
Tendo em vista o atual momento que estamos vivendo em nosso país, rezamos para que São Francisco também ajude a nossa nação brasileira a escolher eticamente, nos próximos dias, aqueles e aquelas que representarão o nosso povo. Que o nosso voto consciente e maduro seja também um caminho para ajudarmos a construir a Civilização do Amor. Que em nossas escolhas e decisões não percamos de vista o Cristo pobre e crucificado com o qual Francisco se encontrou, quando acolheu o leproso.
A todos os irmãos e irmãs nosso desejo de uma abençoada Festa de nosso Pai Francisco. E que ele continue intercedendo por nós, na construção dos novos tempos, da nova formação, dos novos horizontes, dos novos compromissos a serem assumidos.

Que o Senhor vos dê a paz!



Fraternalmente,


Mayara Ingrid Sousa Lima, OFS/JUFRA                                                                         Frei Wellington Buarque de Souza, OFM
Secretária Fraterna Nacional da JUFRA do Brasil                                                                                                Assistente Espiritual Nacional



Petrópolis – RJ e Uberlândia – MG, 04 de outubro 2014.
Na Solenidade de Nosso Pai Francisco.


     " Agora vamos encher essa teoria com carne, ossos e nervos, lembrando a vida de São Francisco de Assis..." (O homem, de Antonio Gonzalez Roser)













 Estimados irmãos e irmãs, feliz dia de São Francisco de Assis!


Neste dia tão singular, o Secretariado Nacional da JUFRA do Brasil, gostaria de desejar uma feliz festa de São Francisco. Festa, celebração, reflexão e partilha são palavras que expressão bem o que queremos motivar em todos os irmãos desse imenso Brasil. 

Mas então, quem foi/é São Francisco de Assis?

  • "Francisco de Assis é o homem do amor e da alegria; é o homem da paz e da fraternidade Universal;
  • Francisco de Assis é o homem que possibilita novamente a aproximação entre a natureza e o homem, é o irmão de tudo.
  • Francisco foi o Evangelho vivo; ao tomá-lo como norma suprema de sua vida e da ordem franciscana, ele foi a encarnação do Evangelho.
  • Francisco é o homem simples, sem complicações, sem apego a estruturas rígidas.
  • Francisco é o homem que valoriza o irmão pelo que ele é, não pelo que ele tem.
  • Francisco é o homem sincero, autêntico, decidido, crente, sempre a serviço da igreja.
  • Francisco é o homem que pela pobreza libertou muitos da escravidão, da avareza, da usura e do comodismo, promovendo justiça.
  • Hoje São Francisco de Assis é o exemplo, o modelo, a forma mais calara da vida franciscana e de todo homem que ama a justiça, a paz e o bem."[1]

E para você, quem foi/é São Francisco de Assis? 

[1] Frei Reynaldo Brizuela Garcia, O.F.M.






sexta-feira, 3 de outubro de 2014


Ao cair da tarde de 3 de outubro de 1226, a febre aumentou e as forças reduziram-se como uma chamazinha que sai e não sai do pavio quase seco de óleo. Então Francisco quis ser colocado sobre a terra e pediu que cantassem. E ele também cantou, com os seus, o salmo 141, que fala do desejo de ir para Deus:

“Em voz alta ao Senhor eu imploro,
em voz alta suplico ao Senhor!
Eu derramo na sua presença
o lamento da minha aflição,
diante dele coloco minha dor!
Quando em mim desfalece a minh’alma,
conheceis, ó Senhor, meus caminhos!
Na estrada por onde eu andava
contra mim ocultaram ciladas.
Se me volto à direita e procuro,
não encontro quem cuide de mim
e nem tenho aonde fugir;
não importa a ninguém a minha vida!
A vós grito, Senhor, a vós clamo
e vos digo: ‘Sois vós meu abrigo,
minha herança na terra dos vivos’,
Escutai meu clamor, minha prece,
porque fui por demais humilhado!”

Quando, levados pela melodia, os frades começaram a cantar:

“Arrancai-me, Senhor, da prisão,
e em louvor bendirei vosso nome!
Muitos justos virão rodear-me
pelo bem que fizestes por mim”.

Francisco havia deixado seu corpo sobre a terra.
O Canto enfraqueceu e se apagou na boca dos frades, que recitaram o Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo como conclusão do salmo entre lágrimas e emocionados.
Fez-se silêncio na cabana. Parecia que a natureza ao redor tivesse emudecido.

Fonte: “Santos Franciscanos para cada dia”, Ed. Porziuncola.
Disponível em: http://franciscanos.org.br

domingo, 28 de setembro de 2014

Na Homilia da Missa com idosos e avós, o Papa Francisco refletiu sobre o Evangelho do  encontro entre os jovens e os idosos: um encontro cheio de alegria, cheio de fé e cheio de esperança.
Maria é jovem, muito jovem. Isabel é idosa, mas manifestou-se nela a misericórdia de Deus e há seis meses que ela e o marido Zacarias estão à espera de um filho. Maria, também nesta circunstância, nos indica o caminho: ir encontrar a parente Isabel, estar com ela naturalmente para a ajudar mas também e sobretudo para aprender dela, que é idosa, a sabedoria da vida.
A primeira Leitura faz ecoar, através de várias expressões, o quarto mandamento: «Honra o teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias sobre a terra que o Senhor, teu Deus, te dá» (Ex 20, 12). Não há futuro para um povo sem este encontro entre as gerações, sem os filhos receberem, com gratidão, das mãos dos pais o testemunho da vida. E, dentro desta gratidão a quem te transmitiu a vida, entra também a gratidão ao Pai que está nos céus. Às vezes há gerações de jovens que, por complexas razões históricas e culturais, vivem de forma mais intensa a necessidade de se tornar autônomos dos pais, a necessidade quase de «libertar-se» do legado da geração anterior. Parece um momento de adolescência rebelde. Mas, se depois não se recupera o encontro, se não se volta a encontrar um equilíbrio novo, fecundo entre as gerações, o resultado é um grave empobrecimento para o povo, e a liberdade que prevalece na sociedade é uma liberdade falsa, que se transforma quase sempre em autoritarismo.
Chega-nos esta mesma mensagem da exortação que o apóstolo Paulo dirige a Timóteo e, através dele, à comunidade cristã. Jesus não aboliu a lei da família e da passagem entre gerações, mas levou-a à perfeição. O Senhor formou uma nova família, na qual prevalece, sobre os laços de sangue, a relação com Ele e o cumprimento da vontade de Deus Pai. Mas o amor por Jesus e pelo Pai leva à perfeição o amor pelos pais, pelos irmãos, pelos avós, renova as relações familiares com a seiva do Evangelho e do Espírito Santo. E, assim, São Paulo recomenda a Timóteo – que é Pastor e, consequentemente, pai da comunidade – que tenha respeito pelos idosos e os familiares e exorta a fazê-lo com atitude filial: o idoso «como se fosse teu pai», «as mulheres idosas como se fossem mães» (cf. 1 Tim 5, 1). O chefe da comunidade não está dispensado desta vontade de Deus; antes, a caridade de Cristo impele a fazê-lo com um amor maior. Como fez a Virgem Maria, que, apesar de Se ter tornado a Mãe do Messias, sente-Se impelida pelo amor de Deus, que n’Ela Se está fazendo carne, a ir sem demora ter com a sua parente idosa. E, deste modo, voltamos a este «ícone» cheio de alegria e de esperança, cheio de fé, cheio de caridade. Podemos pensar que a Virgem Maria, quando Se encontrava em casa de Isabel, terá ouvido esta e o marido Zacarias rezarem com as palavras do Salmo Responsorial de hoje: «Tu és a minha esperança, ó Senhor Deus, e a minha confiança desde a juventude. (…) Não me rejeites no tempo da velhice, não me abandones, quando já não tiver forças. (…) Agora, na velhice e de cabelos brancos, não me abandones, ó Deus, para que anuncie a esta geração o teu poder, e às gerações futuras, a tua força» (Sal 71/70, 5.9.18). A jovem Maria ouvia e guardava tudo no seu coração. A sabedoria de Isabel e Zacarias enriqueceu o seu espírito jovem; não eram especialistas de maternidade e paternidade, porque para eles também era a primeira gravidez, mas eram especialistas da fé, especialistas de Deus, especialistas da esperança que vem d’Ele: é disto que o mundo tem necessidade, em todo o tempo. Maria soube ouvir aqueles pais idosos e cheios de enlevo, aprendeu com a sabedoria deles, e esta revelou-se preciosa para Ela, no seu caminho de mulher, de esposa, de mãe.
Assim, a Virgem Maria indica-nos o caminho: o caminho do encontro entre os jovens e os idosos. O futuro de um povo supõe necessariamente este encontro: os jovens dão a força para fazer caminhar o povo e os idosos revigoram esta força com a memória e a sabedoria popular.
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