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  • JUFRA DO BRASIL LANÇA 5ª JORNADA FRANCISCANA NACIONAL PELOS DIREITOS HUMANOS

  • JUFRA DO BRASIL LANÇA O IX CADERNO NACIONAL DE FORMAÇÃO

#NOVO CADERNO DE FORMAÇÃO, JÁ BAIXOU O SEU?

segunda-feira, 2 de março de 2015


Foto Oficial do Congresso
Nos dias 20, 21 e 22 do corrente mês aconteceu na Cidade de Irati-PR o 14º Congresso Regional Sul I – Jufra do Paraná. O mesmo teve com o tema: "Jufra do Paraná: Novos tempos, Novos desafios” e o Lema: "Formando Líderes a exemplo de São Francisco de Assis", ambos ricamente explicitados pelo Assistente Espiritual Regional Frei Evandro.
O Congresso contou com representação das 5 Fraternidades do regional, além da presença de alguns animadores fraternos locais, o animador fraterno regional, alguns Assistentes Espirituais locais, o Assistente Espiritual Regional da OFS Frei Ângelo, o Ministro Regional da OFS Devanir Reis Silva (REIS), o Vice-Ministro Regional Luiz Vanderlei Kava, Animador Fraterno Nacional Raphael Taboada e o Secretário para Área Nordeste B Ricardo Meneses, que representou a Secretária Nacional Mayara Ingrid e presidiu o CORJUFRA.
Ricardo Meneses e a Secretária Eleita Caroline Otani
Além de avaliar a caminhada durante o triênio 2012/2015 os irmãos da Jufra Paraná elegeram o novo Secretariado que assim ficou composto: Caroline Otani eleita como Secretária Fraterna, Júlio Cesar da Silva eleito Secretário para o Distrito 1, Eduardo João Marques eleito Secretário para o Distrito 2 e Lorena Luiza Ferreira eleita como Formadora Regional.

Novo Secretariado sendo abençoado na Missa de Posse

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Frei Atílio Battistuz, OFM



De 05 a 30 de janeiro de 2015, realizou-se em Orellana, às margens do rio Ucayali, no Vicariato Apostólico de Requena, em Loreto – Peru, a terceira experiência missionária na Amazônia, promovida pela fraternidade do Projeto Amazônia.

Participaram da experiência 27 missionários, oito missionários e missionárias provenientes do Brasil, cinco da Argentina, um do Paraguai, um do Equador, um do México, e onze do Peru, sendo quatro da Amazônia.  Entre eles, onze são frades, uma religiosa e quinze leigos e leigas, dentre os quais quatro são da OFS. Dentre os frades, é bom destacar que cinco estão no período de formação.

Falo em experiência, porque o convite foi exatamente para “realizar uma experiência missionária na Amazônia, e tomar contato com uma realidade amazônica local”. O primeiro objetivo era “oferecer aos irmãos e irmãs a possibilidade de uma experiência missionária na Amazônia”, destinado principalmente a quem não conhece a Amazônia ou que não mora na Amazônia. Não deixa de ser também a oportunidade para um discernimento vocacional, para ser missionário além-fronteiras.
A experiência já começou em Pucallpa, ponto de encontro dos missionários, onde fica o aeroporto mais próximo. Além de aeroporto, Pucallpa também tem estrada. Está ligada à malha rodoviária do país, por onde entram a maioria dos produtos que chegam à Amazônia. A partir de Pucallpa não tem mais estradas e o transporte é fluvial. A viagem por rio foi o primeiro contato dos missionários com a Amazônia e tiveram que esperar dois dias para a saída do barco. Isso porque já estava agendado e confirmado que sairia, mas como não tinha toda a carga, não saiu! Assim é por aqui, os barcos são de carga, tem o seu lucro no transporte de carga e não saem enquanto não tem a carga completa. Os passageiros são uma carga a mais, não têm conforto (viaja-se em redes), não têm dignidade, não têm direitos e pouca segurança. Aliás, não existe nem política de transporte público.  A viagem demorou umas 30 horas, para quem se localiza em quilômetros, como eu, para vencer uma distância de uns 180 km, num percurso de um pouco mais de 300 km. Viajar na Amazônia é um exercício de paciência. O que retarda a viagem são as paradas, para carga e descarga. !

Orellana está situada às margens do Rio Ucayali, na Região de Loreto. Com 78 anos de emancipação política, capital de distrito, é uma pequena cidade com uns 8.000 habitantes, uma pacata vila típica da selva peruana, com seis bairros, um comércio básico, pouquíssimas ruas pavimentadas, poucos serviços, energia elétrica 5 horas por dia, no anoitecer, fornecimento de água do rio, também algumas horas diárias, um hospital, escolas em todos os níveis, e apenas uma extensão universitária, telefone fixo somente público, telefonia móvel, e no momento sem internet ao público (somente o hospital e uma escola tem internet para serviços internos). O povo vive basicamente da agricultura de subsistência e da pesca. O point da cidade é o amanhecer, quando, como num ritual diário grande parte da população vai à feira, chamada de “mercado”, próximo a praça, à margem do rio, ou para vender, ou para comprar, ou mesmo para visitar.

A Paróquia N. S.do Perpétuo Socorro, além do centro urbano com a matriz e duas capelas nos bairros, tem umas 30 vilas ribeirinhas ou “casarios”. Conta com uma fraternidade de Irmãs Franciscanas da Natividade de Maria, e agora a Fraternidade dos Frades do Projeto Amazônia. Um frade espanhol foi missionário aqui por 50 anos, até a sua morte, aos 82 anos de idade em 2010. Após sua morte ficou um intervalo de dois anos sem a presença de um padre, apenas com visitas esporádicas. Nos últimos anos já não visitava os casarios. Quem ainda visita com rotina é uma irmã com alguns leigos.

O que fizeram os missionários?
 
A missão propriamente dita foi de 11 a 25 de janeiro, com abertura na missa dominical e encerramento também na missa dominical. Antes disso, é claro, foi a viagem, a chegada, a recepção, entrosamento dos missionários, informações sobre a realidade local e a Amazônia, organização, temática, metodologia da missão e composição das equipes ou fraternidades e oração.  Depois dessa data foi a avaliação, confraternização e viagem de regresso até Pucallpa.

A programação teve dois momentos distintos: a primeira semana foi na cidade, e a segunda nos casarios ribeirinhos. Assim que todos os missionários tiveram a possibilidade de realizar as duas experiências. Divididos em seis “fraternidades”, foram atendidos os seis bairros. A programação foi simples, durante o dia visitas, às famílias, comércio, instituições públicas, e à noite encontro de formação e estudo bíblico. As visitam foram acompanhadas também por missionários locais, dos próprios bairros. As crianças sempre foram em número maior, e demandaram uma programação especial, mais criatividade e muito mais energia dos missionários. O conteúdo da catequese já estava previsto com um subsídio temático e um encontro diário dos missionários para o estudo do tema de cada dia. O tema central foi a “Boa Notícia de Jesus Cristo de que o Reino está próximo”. A sequência dos temas atendia aos objetivos de “animar a vida crista”, “despertar e promover novas lideranças comunitárias” e, a longo prazo, ”criar comunidades eclesiais de base” nos bairros. Para concluir a semana, no sábado foram realizados três encontros unindo todos os bairros, um com crianças, um com jovens e outro com adultos e no domingo a celebração dominical nos mesmos lugares dos encontros realizados durante a semana.

Na segunda semana as mesmas fraternidades se deslocaram para diferentes lugares para visitar casarios e vilas.    A temática foi a mesma, mas a dinâmica e a programação adaptada a cada realidade. O tempo de permanência também foi de um a cinco dias, dependendo das circunstâncias e do número de habitantes. Alguns casarios têm algumas famílias, com menos de cem habitantes, outros são verdadeiras vilas com mais de dois mil habitantes. Alguns têm animadores, outros não têm. Em alguns são todos católicos, em outros a maioria são evangélicos. Alguns recebem visita com frequência, outros não recebem há muito tempo, não faltando lugares que nunca receberam a visita de um missionário. Merece menção a visita a um “pueblo”, afastado da margem do rio, que foram necessárias mais de três de caminhada, amassando barro argiloso e enfrentando chuva, e outras tantas de regresso, compensadas pela fraterna acolhida e animadora e participação das famílias.

O que levam os missionários? 
O impacto da realidade e a riqueza da experiência. A realidade externa é diferente: lugar, transporte, comida, clima, a arquitetura, as casas, o povo, a exuberância e abundancia da natureza. A falta de energia elétrica, de internet, de celular, ou de instalações confortáveis, não chegou a ser problema. Os missionário tiveram oportunidade de contemplar a exuberância da mata, a majestade do rio, a escuridão da noite, o brilho das estrelas, a sinfonia da floresta, o colorido de um por do sol, a poesia da lua, mas também puderam consentir o calor do sol picante, a intensidade das chuvas, o esforço de andar no barro, a insegurança e o medo diante do desconhecido, das viagens de canoa, a preocupação com ratos e serpentes, as picadas dos mosquitos e insetos. No entanto, nada disso diminuiu a alegria e o entusiasmo. Foi típico o clima festivo, de risos e piadas, e uma convivência fraterna saudável e espontânea.

Para avaliar, nada melhor do que dar a palavra aos missionários: “Estou muito contente por vir”.  “Foi das experiências mais ricas da minha vida”; “Uma missão muito viva para mim, muito aprendizado, um aprendizado incrível, uma graça de Deus”; “Tivemos os privilegio de conhecer o que outros não conheceram”; “Realizei um sonho, cresci um pouco”; “Todos nos receberam muito bem, pudemos partilhar a convivência, o trabalho”; “É uma realidade nova que se abre para mim”; “Vi um povo pobre, sofrido, mas com alegria de viver”; “Aqui conseguem viver com pouco, nós temos mais do que necessitamos”; “Marcou-me muito o abraço de uma criança”; “A convivência foi muito bonita”; “Viver a missão é um presente de Deus”; “A missão é um estilo de vida”; “Foi um sair, cheguei sem conhecer nada e me senti acolhido”; “Tenho que agradecer tudo o que vivi”; “Obrigado porque nos convidaram”; “Obrigado por tudo”.
 
O que deixam os missionários?
Deixam muitas preocupações, questionamentos e até indignações, diante dos problemas sociais, ambientais e desafios pastorais: “Pouca participação”; “Ausência nos encontros, falta animadores, falta catequista”; “A vida comunitária não conta, não existe”; “A pobreza é agressiva, as pessoas morrem de anemia, as mulheres só servem”; “muitos problemas sociais, crianças na lama, lixo em todo lugar”; “As pessoas sobrevivem, não vivem!”; “Como falar de Deus para as pessoas que tem fome de pão?”; “Como está nossa Igreja?”; “Como os católicos vivem a fé?”; “Muita indiferença religiosa”; “O nosso discurso já não atrai! Onde estamos falhando?”; “Se o batismo é um evento social, falta muitíssima evangelização”; “Temos que fazer algo mais”. A intenção não é fazer um diagnóstico, mas mostrar algumas reações que mostram ao mesmo tempo, a realidade social, a fragilidade da Igreja, e o desafio da missão na Amazônia, uma tarefa de todos os batizados.

Mas os missionários também deixam esperanças e perspectivas de futuro. É claro que uma missão como esta não resolve os problemas, nem tem este objetivo, mas traz novo ânimo e levanta esperanças. Perceberam que existem muitos sinais do reino na vida do povo, há um grande potencial comunitário, eclesial, é preciso investimento e dedicação, e isso vai depender da equipe local de missionários e missionárias.  De forma bem sucinta, a sugestão que os missionários deixam é: Continuar com os estudos bíblicos; fortalecer a pastoral juvenil; formar animadores e catequistas; visitar os casarios com mais frequência.

Uma palavra final: obrigado aos missionários e missionárias que aceitaram o convite, se disponibilizaram e doaram de seu tempo, foram desprendidos, abriram mão de suas férias, tiveram despesas pessoais (cada um assumiu as despesas de viagem), correram risco de doenças, enfrentaram o desconhecido, e que trouxeram alegria, viveram intensa vida fraterna, cativaram a simpatia do povo, deram testemunho do evangelho, anunciaram a boa notícia do Reino de Deus, mostraram um potencial da Igreja, renovaram esperanças.

¡Muchas gracias! Dios les bendiga.

Fonte: See more at: http://www.franciscanos.org.br/?p=79195#sthash.2AHeA6vt.dpuf

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Neste ano, são comemorados os 50 anos do encerramento do Concílio Vaticano II, um dos eventos mais marcantes da Igreja no século XX. A reunião episcopal foi realizada de outubro de 1962 a outubro de 1965. No Brasil, eventos para celebrar o cinqüentenário vêm sendo realizados no último triênio.

Para 2015, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propõe uma reflexão mais ampla sobre o Concílio, por meio da Campanha da Fraternidade (CF), que será aberta oficialmente, em âmbito nacional, na Quarta-Feira de Cinzas, 18 de fevereiro, às 10h45, com transmissão ao vivo pelas emissoras católicas de rádio e televisão.  O tema “Fraternidade: Igreja e sociedade” e o lema “Eu vim para servir” abordam a relação entre a Igreja e a sociedade à luz da fé cristã e dos documentos do Concílio Vaticano II.

De acordo com o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, o tema é bastante aberto e provoca um “debate sobre a participação e atuação dos cristãos na vida social”. O objetivo almejado pela CF 2015 é aprofundar, a partir do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus.

A Campanha também quer fazer memória ao caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, para identificar e compreender os principais desafios da atualidade; apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da Doutrina Social da Igreja; apontar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral; aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas.

Além disso, a Campanha propõe ainda buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de levar a Boa Nova a cada pessoa, cada família; atuar profeticamente, com base na evangélica opção preferencial pelos pobres, para um desenvolvimento integral da pessoa e a construção de uma sociedade justa e solidária.

Documentos que inspiraram a CF

A CF 2015 parte de dois pressupostos fundamentais para a vida cristã, também centrais no Concílio Vaticano II: a auto-compreensão da própria Igreja; e as implicações da fé cristã para o convívio social e para a presença da Igreja no mundo. O papa Paulo VI havia expressado isso em duas perguntas feitas na abertura da segunda sessão do Concílio: Igreja, que dizes de ti mesma? Igreja, dizei qual é a tua missão?

A proposta desta edição é baseada nas reflexões sugeridas pela Constituição Dogmática Lumen Gentium e na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, que tratam da missão da Igreja no mundo.
Conforme dom Leonardo, os presidentes das comissões pastorais da CNBB acharam muito importante ter uma campanha que abordasse esses dois documentos para estabelecer, portanto, uma reflexão entre a sociedade e a Igreja. “Essa Campanha procura lembrar que a Igreja está a serviço das pessoas, ela não quer privilégios. Até porque a Igreja é mais do que uma estrutura, ela é cada cristão, cada batizado, que está inserido na sociedade por meio do trabalho, das instituições e diversas ações. Queremos refletir essa presença da Igreja na sociedade”, destaca o bispo.

O documento conciliar Lumen Gentium (A luz dos povos) revela a auto-compreensão da Igreja, formada por todos os que aderem a Cristo pela fé no Evangelho e pelo batismo. Assim, mais do que uma instituição juridicamente estruturada, a Igreja é um imenso “povo de Deus”, presente entre os povos e nações de todo o mundo, não se sobrepondo, mas inserindo-se neles.

A partir dessa visão, a Igreja passa a su
perar uma das grandes questões assumidas pelo Concílio, a visão dicotômica Igreja-mundo. Isto se desdobra no esforço da Igreja para abrir-se ao diálogo com o mundo; de estabelecer uma relação com as realidades humanas; acolher o novo e o bem; partilhar as próprias convicções; contribuindo para o bem comum e colocando-se a serviço do mundo.

Essa nova postura é expressa na Constituição Pastoral Gaudium et Spes (A alegria e a esperança), aprovada e promulgada em 1965, por Paulo VI, às vésperas do encerramento do Concílio. Neste texto aparece a visão cristã sobre o mundo e o homem, sua dignidade, existência e vocação, e ainda reflete sobre a comunidade humana e as relações sociais, o sentido do trabalho e da cultura e sobre a participação da Igreja enquanto povo de Deus inserido na sociedade, na promoção do bem de toda a comunidade humana.

Em seus pronunciamentos, o papa Francisco recorda sobre a importância da Igreja estar a serviço de seu povo. Fala de uma Igreja em saída, comunidade samaritana, e afirma que a Igreja não pode se omitir, nem abster de dar sua contribuição para a reta ordem ética, social, econômica e política da sociedade.



A Campanha da Fraternidade retoma então essas reflexões do Concílio, para propô-las novamente, no contexto brasileiro, durante o ano de 2015, especialmente no período quaresmal de preparação para a Páscoa.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Nos dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro a fraternidade Pe. Zózimo de Manaus/AM recebeu a visita da secretária nacional de formação, Ana Carolina Miranda, e do assistente espiritual nacional, Frei Wellington Buarque, OFM, com o objetivo de trabalhar a formação e o conhecimento sobre a Jufra, já que os jovens iniciantes estão se preparando para a fundação da fraternidade. 
No dia 31/01, sábado, a juventude se reuniu no salão da Comunidade Nossa Senhora da Paz para realizar as atividades de formação. No primeiro momento, houve a oração inicial, em seguida a partilha do café da manhã e a partir disso os jovens tiveram um momento livre para conhecer os visitantes. Às 10h, iniciou-se a formação com uma reflexão sobre a comunicação e seus níveis, trabalhada pelo Frei Wellington. Em seguida, houve uma dinâmica referente aos tipos de diálogos, já que existe a comunicação que aprisiona e a que liberta. Já a formadora Carol iniciou trabalhando a parte do reconhecimento, surgimento e desenvolvimento da Jufra no Brasil. Foram trabalhadas também as etapas de formação da Jufra, assim como a organização dos secretariados nos diversos níveis, e o Diretório de Mútuas Relações JUFRA/OFS. Ao final das atividades do dia, os visitantes se reuniram com as lideranças da Jufra Pe. Zózimo e a Ministra Local da OFS.
No dia seguinte, Carol e Fr. Wellington participaram da missa junto com os jovens e, ao término da celebração, os jovens continuaram suas atividades, trabalhando a "Carta de Guaratinguetá - A Jufra que queremos ser" e a dinâmica dos serviços na fraternidade. No encerramento da formação, foi estabelecida uma divisão experimental dos trabalhos. Após o almoço, houve um momento de convívio fraterno em alguns pontos turísticos da bela cidade de Manaus.


A Fraternidade de Manaus agradece com muito amor e carinho a vinda dos irmãos do Secretariado Nacional e a participação das irmãs da OFS, entre elas as ministras local e regional. Renovados espiritualmente e preparados para vida fraterna contínua, os jovens aguardam o momento de assumirem o compromisso enquanto jufristas. 

João Victor, Fraternidade Padre Zózimo






terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Paz e bem, amados irmãos!
A JUFRA do Brasil toda é convidada para se alegrar conosco e comemorar o aniversário do irmão

Vanderson
Silva
Secretário Nacional para a Área Norte

Irmão, desejamos que sua vida seja repleta de bons motivos para sorrir e seguras escadas para escalar. Desejamos muita paz, todo o bem, saúde e felicidades! Que nosso Pai Seráfico São Francisco e nossa Santa Advogada Clara continuem iluminando os ideais em sua vida. Hoje rezamos por você com muito mais amor, intensidade e especialidade! Que neste dia tão especial, Deus possa está a frente de sua vida, guiando seus passos e iluminando os seus caminhos. Que todos os dons e amor que tens colocados a serviço do nosso Ideal, se reverta em graças para sua vida. A JUFRA do Brasil agradece de coração toda sua dedicação e carinho. A Jufra do Brasil agradece toda dedicação, amor e carinho que tens tido pelo seu serviço!

paz e Bem, VANDERSON!
Mais de 50 lideranças das dioceses do Regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que abrange o estado do Maranhão (MA), estão participando desde o dia 16 de janeiro da 23ª edição do Curso de Formação Missionária. O curso é promovido pelo Conselho Missionário Regional (Comire), em parceria com o Centro Franciscano de Animação Missionária (CEFRAM) e tem o apoio das Pontifícias Obras Missionárias (POM). O evento segue até o dia 30 de janeiro, no CEFRAM, em Bacabal (MA).
O tema central do encontro é “Comunicação e Missão”, sob a assessoria do padre Jaime Carlos Patias, IMC, secretário nacional da Pontifícia União Missionária. Em sua explanação, o assessor apresentou uma ampla visão da comunicação na sociedade e na Igreja e destacou sua importância na missão. “Quando falamos de comunicação na Igreja não devemos pensar apenas nos meios técnicos. Entendemos de maneira especial o processo de comunicação nos espaços de reflexão, nas pastorais, grupos e movimentos”, explicou padre Jaime.
“O foco então, passa a ser a pessoa do discípulo missionário que é por sua natureza comunicacional, sal da terra e luz do mundo, com seu testemunho pessoal e através dos meios técnicos. Por isso a Igreja deve sair da acomodação para ir às periferias anunciar Cristo, a Boa Notícia da vida de Deus que transforma o mundo. Ele é simultaneamente, conteúdo e fonte do que a Igreja comunica em diversos contextos de missão”, complementou.
Segundo Joab Soares, liderança da diocese de Zé Doca (MA), “o desenvolvimento do estudo ajudou a entender ainda mais que a comunicação é essencial para Igreja hoje, sobretudo, na realidade do Maranhão, onde ela tem se esforçado para responder aos apelos da nova evangelização”.
Para o seminarista Josivan Batista, da diocese de Bacabal (MA), “em um mundo permeado pelas novas tecnologias e, ao mesmo tempo, indiferente à religião, precisamos de uma boa comunicação, isto é, usar de todos os meios possíveis para transmitir a alegria do Evangelho, conforme nos pede o papa Francisco”.
Além de analisar a concentração e manipulação dos meios de comunicação, o estudo sublinhou principalmente a importância da comunicação e as suas novas ferramentas na ação evangelizadora da Igreja no mundo atual, assim como, a organização da Dimensão Missionária da Igreja no Brasil. A programação inclui ainda cinco oficinas: comunicação e animação missionária; redes digitais como ambiente; comunicação alternativa; Pastoral da Comunicação (Pascom); e como utilizar os meios de comunicação.
Dimensão Missionária
O bispo de Bacabal e responsável pela Dimensão Missionária no Maranhão, dom Armando Gutiérrez, esteve presente e falou sobre o projeto que o Regional mantém há 16 anos em Moçambique, África. “Por vocação somos chamados a partilhar da nossa pobreza cooperando com a missão além-fronteiras”, sublinhou o bispo. Ele ainda explicou que o projeto se destaca pela participação das leigas missionárias. Na ocasião, Graça Rosa, coordenadora do Comire, partilhou sua vivência de dois anos em Moçambique, enquanto o jovem Fagno Silva falou da sua recente participação na Missão Jovem na Amazônia.
Com informações das POM 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

“Demos à Juventude, enquanto é tempo,
um crédito de confiança, corajoso e ilimitado...
No dia em que a juventude for comedida,
prudente e fria como a velhice, o pais morrerá de tédio”.
Helder Câmara


A todos os jovens da Pastoral da Juventude,
Paz, bem e revolução!

A Juventude Franciscana sente-se representada e feliz em virtude do 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude em Manaus/AM. Marcada por sua mística e protagonismo juvenil, a PJ nos inspira a expressar tamanho carinho com Arte. Herança do nosso inspirador, São Francisco de Assis que nos ensina a sermos afáveis e criativos nos encontros e despedidas com os irmãos(ãs). O encontro, portanto, tem valor particular e é nele que o mistério do Amor se realiza.
 
Segue nossa expressão de carinho em rima e verso:

O lugar escolhido é significativo!
Que façamos de Manaus um belo
manancial...
A Terra é mãe que proporciona o encontro
Somos água e somos canais...
Água quando vamos ao encontro!
Canais quando entendemos que todos são
iguais...
Que já não seja somente água que role,
Mas esperança e caridade.
Que a celebração aconteça,
E com ela sonhos de igualdade...
Lado a lado nas cidades, povoados,
Capelas e catedrais
É busca de harmonia Evangélica
Que nos fazem iguais...
Salve! Salve! Jovem pjoteiro
Que deixou seu Lugar
Foi a Amazônia ligeiro
Para juntos testemunhar
Jovens entre PJ e JUFRA já caminharam
sendo sinais de unidade,
Trilharam seus caminhos
E seus carismas os chamaram...
PJ de pastoral da Juventude
PJ de protagonismo Juvenil
PJ de promessas de vida para os jovens do
Brasil

Na pessoa de Aline Ogliari (Secretária Nacional da Pastoral da Juventude) e todos os jovens pjteiros e pjteioras queremos agradecer e reafirmar nossa parceria. Uma pena não poder participar pessoalmente, mas estaremos bem representados nesse encontro pelos jovens e assessores da nossa Fraternidade em Manaus/AM. E “que a Mão do Amor continue a traçar os fios dos nossos  destinos!”.
 
Fraternalmente,

Washington Lima
Secretário Nacional de Ação Evangelizadora da Juventude Franciscana


Mayara Ingrid Sousa Lima
Secretária Nacional da Juventude Franciscana

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Colombo – O segundo compromisso do Papa neste seu primeiro dia no Sri Lanka foi o encontro com os líderes religiosos. O Papa começou seu discurso agradecendo por estar presente no encontro que reuniu as quadro maiores comunidades religiosas do Sri Lanka: budismo, hinduísmo, islamismo e cristianismo.
 
Respeito 
Francisco disse que foi ao Sri Lanka, a exemplo dos Papas Paulo VI e João Paulo II, para demonstrar o grande amor e a solicitude da Igreja Católica pelo país, confirmar os católicos na fé em Cristo, rezar juntos e compartilhar alegrias e sofrimentos.
 
Lembrando o Concílio Vaticano II, o Papa recordou que a Igreja Católica declarou o profundo e duradouro respeito pelas outras religiões, e acrescentou:
 “É neste espírito de respeito que a Igreja Católica deseja cooperar convosco e com todas as pessoas de boa vontade na busca da prosperidade para todos os cingaleses. Espero que a minha visita ajude a encorajar e aprofundar as várias formas de cooperação inter-religiosa e ecumênica que têm sido empreendidas nos anos recentes”, assegurou o Pontífice.
 
Diálogo
Francisco destacou ainda a necessidade de se continuar a progredir na senda do diálogo já que as relações inter-religiosas e ecumênicas têm hoje um papel essencial e de urgência no Sri Lanka.
 
“Durante muitos anos, os homens e mulheres deste país foram vítimas de guerra civil e de violência. O que é necessário agora são a cura e a unidade, não mais conflitos nem divisões. Sem dúvidas, a promoção da cura e da unidade é um nobre compromisso que incumbe sobre quantos têm no coração o bem da nação e, na verdade, da família humana inteira. Espero que a cooperação inter-religiosa e ecumênica possa provar que os homens e as mulheres não têm de esquecer a própria identidade, tanto étnica como religiosa, para viverem em harmonia com os seus irmãos e irmãs”, declarou o Papa.
 
“Que o crescente espírito de cooperação entre os líderes das diferentes comunidades religiosas encontre expressão num compromisso que ponha a reconciliação de todos os cingaleses no centro de qualquer esforço para renovar a sociedade e as suas instituições”, exortou Francisco.
 
Fonte: Rádio Vaticano

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Somente o Espírito Santo torna o coração dócil a Deus e à liberdade. Foi o que afirmou o Papa Francisco durante a homilia da missa matutina, celebrada na capela da Casa Santa Marta.  
Uma sessão de yoga não poderá ensinar um coração a “sentir” a paternidade de Deus, nem um curso de espiritualidade zen o tornará mais livre de amar. Somente o Espírito Santo tem este poder. Em sua homilia, o Papa Francisco se inspirou no episódio do dia do Evangelho de Marcos: a multiplicação dos pães e o assombro dos discípulos ao verem Jesus caminhar sobre as águas. Os apóstolos, disse, “não entenderam o milagre dos pães porque o coração deles estava endurecido”.
Vida dura e muros de proteção
Um coração pode ser de pedra por tantos motivos, observou. Por exemplo, por causa de “experiências dolorosas”. Aconteceu com discípulos de Emaús, temerosos de se iludirem outra vez. Aconteceu com Tomé, que não quis acreditar na Ressurreição de Jesus. E “outro motivo que endurece o coração – indicou Francisco – é o fechamento em si mesmo”:
“Construir um mundo em si mesmo, fechado. Em si mesmo, na sua comunidade ou na sua paróquia, mas sempre fechamento. E o fechamento pode girar em torno de tantas coisas: pensemos no orgulho, na suficiência, pensar que eu sou melhor que os outros, inclusive a vaidade, não? Existem o homem e a mulher-espelho, que estão fechados em si mesmos por olhar continuamente a si mesmos, não? Esses narcisistas religiosos, não? Mas têm o coração duro, porque estão fechados, não estão abertos. E tentam se defender com esses muros que constroem ao seu redor”.
A segurança da prisão
Há também quem se esconda atrás da lei, seguindo “literalmente” o que os mandamentos estabelecem. Aqui, afirmou Francisco, o que endurece o coração é um problema de “insegurança”. E quem busca solidez no ditado da lei se sente seguro, disse o Papa com ironia – como “um homem ou uma mulher na cela de uma prisão atrás das grades: é uma segurança sem liberdade”. O contrário daquilo que Jesus nos trouxe, ou seja, a liberdade:
“O coração, quando endurece, não é livre e se não é livre é porque não ama: assim terminava o Apóstolo João na primeira leitura. O amor perfeito expulsa o temor: no amor não há temor, porque o temor supõe castigo, e quem teme não é perfeito no amor. Não é livre. Sempre tem o temor que aconteça algo de doloroso, triste, que me faça ir mal na vida ou arriscar a salvação eterna ... São tantas imaginações, porque não ama. Quem não ama não é livre. E seu coração estava endurecido, porque ainda não aprendeu a amar”.
O Espírito nos torna livres e dóceis
Então, “quem nos ensina a amar? Quem nos liberta dessa dureza?”, pergunta o Papa Francisco. “Somente o Espírito Santo”, é a sua resposta:
“Você pode fazer mil cursos de catequese, mil cursos de espiritualidade, mil cursos de yoga, zen, e todas essas coisas. Mas tudo isso nunca vai ser capaz de lhe dar a liberdade de filho. Somente o Espírito Santo move o seu coração para dizer 'Pai'. Somente o Espírito Santo é capaz de afastar, de quebrar essa dureza de coração e tornar um coração macio ... Não sei, eu prefiro a palavra... “dócil”. Dócil ao Senhor. Dócil à liberdade do amor”.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015


O "Dia de Reis" é uma das festas tradicionais mais singelas celebrada em todo o mundo católico. Neste dia se comemora a visita de um grupo de reis magos (Mt 2 1 -12), vindos do Oriente, para adorar a "Epifania do Senhor". Ou seja, o nascimento de Jesus, o Filho por Deus enviado, para a salvação da humanidade.

O termo "mago" vem do antigo idioma persa e serviu para indicar o país de suas origens: a Pérsia. Eram reis, porque é um dos sinônimos daquela palavra, também usada para nomear os sábios discípulos de uma seita que cultuava um só Deus. Portanto, não eram astrólogos nem bruxos, ao contrário, eram inimigos destas enganosas artes mágicas e misteriosas.

Esses soberanos corretos, esperavam pelo Salvador, expectativa já presente mesmo entre os pagãos. Deus os recompensou pela retidão com a maravilhosa estrela, reconhecida pela sabedoria de suas mentes como o sinal a ser seguido, para orientação dos seus passos até onde se achava o Menino Deus.

Foram eles que mostraram ao mundo o cumprimento da profecia de séculos, chegando no palácio do rei Herodes, de surpresa e perguntando "pelo Messias, o recém-nascido rei dos judeus". Nesta época aquele tirano reprimia a população pelo medo, com ira sanguinária. Mas os magos não o temeram, prosseguiram sua busca e encontraram o Menino Deus.

A Bíblia diz que os magos chegaram à casa e viram o Menino com sua Mãe. Isto porque José já tinha providenciado uma moradia muito pobre, mas mais apropriada, do que a gruta de Belém onde Jesus nascera. Alí, os reis magos, depois de adorar o Messias, entregaram os presentes: ouro, incenso e mirra. O ouro, significa a realeza de Jesus; o incenso, sua essência divina e a mirra, sua essência humana. Prestada a homenagem, voltaram para suas nações, evitando novo contato com Herodes, como lhes indicou o anjo do Senhor.

A tradição dos primeiros séculos, seguindo a verdade da fé, evidenciou que eram três os reis magos: Melquior, Gaspar e Baltazar. Até o ano 474 seus restos estiveram sepultados em Constantinopla, a capital cristã mais importante do Oriente, depois foram trasladados para a catedral de Milão, na Itália. Em 1164 foram transferidas para a cidade de Colônia, na Alemanha, onde foi erguida a belíssima Catedral dos Reis Magos, que os guarda até hoje.

No século XII, com muita inspiração, São Beda, venerável doutor da Igreja, guiado por uma inspiração, descreveu o rosto dos três reis magos, assim: "O primeiro, diz, foi Melquior, velho, circunspecto, de barba e cabelos longos e grisalhos... O segundo tinha por nome Gaspar e era jovem, imberbe e louro... O terceiro, preto e totalmente barbado chamava-se Baltazar (cfr. "A Palavra de Cristo", IX, p. 195)".

Deus revelou seu Filho ao mundo e ordenou que o acatassem e seguissem. Os reis magos fizeram isto com toda humildade, gesto que simboliza o reconhecimento do mundo pagão desta Verdade. Isso é o mais importante a ser festejado nesta data. A revelação, isto é, a Epifania, que confirma a divindade do Santo Filho de Deus feito homem, que no futuro sacrificaria a própria vida em nome da salvação de todos nós.

Outros santos e beatos:
Santos Anastácio, Jovial, Floro, Floriano, Pedro, Ratite, Tácio e Tilo — martirizados em Sírmio, na Panônia, no século IV.
São Diman (†658) — monge, depois abade e bispo de Connon, na Irlanda.
Santo Edern (século VI) — eremita no norte da França.
Santo Eigrad (século VI) — irmão de são Sansão de York, formado na escola de santo Iltuto.
Santo Erminoldo (†1121) — abade beneditino em Hirschau. Morreu em conseqüência de uma paulada desferida por um irmão leigo, sendo por isso considerado (embora impropriamente) mártir.
São Guarino (1065-1150) — bispo cisterciense de Sião, no Valais.­
São João de Ribera (1532-1611) — espanhol, filho do vice-rei de Nápoles, professor de teologia em Salamanca, arcebispo de Valença e ao mesmo tempo vice-rei dessa região. No exercício de suas funções, demonstrou ser excelente administrador. Canonizado em 1959.
reis magos Baltazar, Gaspar e Melquior — o Evangelho fala dos sábios vindos do Oriente. Tais nomes são mencionados tão-somente a partir do século VIII; presume-se que seus restos mortais se tenham conservado na catedral de Colônia.
São Merino — eremita de Gales, no século VI.
São Mullion ou Malânio — bispo de Rennes, na França; falecido em 535.
São Pedro de Cantuária (†607) — abade beneditino, foi um dos primeiros evangelizadores da Inglaterra.
Santa Rafaela M. Porras y Aillon (1850-1925) — religiosa espanhola, considerada a “segunda fundadora” da congregação das servas do Sagrado Coração.
São Schotine — anacoreta irlandês do século VI.
Santa Viltrudes (†986) — esposa do duque da Baviera; ao ficar viúva, fundou um mosteiro em Bergen, do qual se tornaria a primeira abadessa.

 
Fonte: Paulinas

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Caros párocos e demais responsáveis pela evangelização da juventude no Brasil.
                                                                                                            ”Bem-aventurados os que promovem a paz
                                                                                                                         porque serão chamados filhos de Deus”. (Mt 5, 9)
 
“Dia Mundial da Paz”!
Sempre iniciamos o ano com esta comemoração, ou melhor, com esta aspiração e esperança! E não é para menos: a paz é expressão profunda do ser humano, pois está intrinsecamente relacionada com o sentido de harmonia, de alegria, de plenitude da vida. Consciente ou não, a pessoa humana deseja a paz, irmã da felicidade. E passa a vida a sua procura. Queremos estar em paz; queremos a paz! Não há, em primeiro lugar, um ensinamento para isto, mas uma aspiração na raiz da vida. Quando não atingimos esta paz, nos tornamos doentes, depressivos, irracionais. Quando não a defendemos, não a facilitamos ou, pior ainda, a ela nos opomos, renunciamos a nossa filiação divina, tornando-nos violentos, divisores… diabólicos!

Bem-aventurados – felizes! – se tivermos como princípio motivador da vida, da vocação e da ação pastoral missionária, a paz! Bem-aventurados – felizes! – se, além disso, promovermos a paz, defendendo-a, ensinando-a, facilitando-a! A “paz”, segundo o hino das Bem-aventuranças, é a característica principal que identifica a criatura com o Criador, tornando-a radicalmente filha de Deus: “sereis chamados filhos de Deus”.

Como responsáveis pela evangelização da juventude, somos convocados a promover a paz em nosso meio. E “promover a paz” significa: anunciar a paz, provocar a paz, celebrar a paz, divulgar a paz. Sendo assim…

O tema da paz tem sido bem anunciado, trabalhado na catequese e nas reflexões dos grupos e organizações juvenis? Utilizamos pedagogias apropriadas capazes de descobrir e enfrentar os focos de sofrimento, revolta, insatisfação existenciais dos jovens e oferecer-lhes alternativas de sua superação, principalmente pelo encontro marcante com o Único que traz a paz verdadeira, profunda e permanente, Jesus Cristo? Sem o equilíbrio interno de uma paz existencial o jovem, além de não se encontrar como pessoa, buscará perigosos subterfúgios para minimizar suas carências profundas.

A paz tem sido provocada nos encontros grupais e comunitários? O diálogo, o respeito pelo diferente, o perdão, a paciência fazem parte das relações interpessoais? Os líderes adultos têm dado testemunho disso? E nós, sabemos escutar os jovens e provocamos o diálogo entre as gerações?

A paz tem sido celebrada junto aos jovens? Eles estão acolhendo os sacramentos como encontro qualificado em vista da paz que o coração humano pede tanto? Nós os temos cativado para a alegre busca da Eucaristia que enche a alma de paz por termos o próprio Deus conosco? Eles percebem que estamos realmente dispostos a atendê-los e acompanhá-los, para auxiliá-los no encontro da paz, fruto da misericórdia divina, proveniente do sacramento da Reconciliação?

Estamos capacitando nossos adolescentes e jovens para serem verdadeiros protagonistas da paz numa sociedade e cultura que têm incitado à violência, à divisão, à concorrência, à injustiça? Podemos assegurar que os jovens que passam pelos nossos ambientes evangelizadores e educativos saem convictos do valor absoluto da paz, fortalecidos pelas experiências vividas na comunidade e empolgados por serem profetas da paz em seu meio social?

Acabamos de celebrar o nascimento do Príncipe da Paz. Amá-lo e assumi-lo impõem-nos a condição de torná-lo conhecido, amado, seguido pelos jovens. Se nós, realmente, nos identificamos com aqueles alegres pastores ao redor da manjedoura, testemunhemos, então, com mais criatividade no meio dos jovens o alegre e revolucionário encontro com o Príncipe da Paz. “Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria” (DAp 29).

Nossa Senhora, Mãe de Deus e Rainha da Paz, cure suas feridas de pastores, renove seus sonhos para o ano que se inicia, interceda pelas suas necessidades humanas, aumente seu carinho pelos jovens, lhes traga paz abundante para a fecundidade de seu ministério. Feliz Ano Novo!

 “Por amor a meus irmãos e meus amigos, peço: ‘A paz esteja em ti!’
Pelo amor que tenho à casa do Senhor, eu te desejo todo bem!” [Sl 121(122)]

Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB


Fonte: http://www.jovensconectados.org.br/janeiro2015-dia-mundial-da-paz.html

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014





         

Meu coração está cheio de emoção... Eis o inicio de uma nova história "



     


 


       Queridos Jufristas, Família Franciscana do Brasil, amigos(as) e companheiros(as) da Juventude Franciscana,

       Que alegria! Que emoção! Jesus de Nazaré, nossa Salvação!

     Não tem poesia ou canção, por mais bela que seja, que possa expressar perfeitamente este tempo final de Espera. O nascimento em si que é perfeito. Esperamos ansiosos nosso Menino-Deus. Assim como um ano que termina e "RE-começa", somos convidados em cada Natal a "RE- começar". Ah, que alegria! É o Sol que volta com mais brilho e nos enche de esperança.
     Qual a cor? Do pano vermelho que cobre nossas mesas ao branco dos nossos sorrisos, a cor é você que oferece. Eu ofereço o Verde! Nestes dias cheios de divisões, vaidades e secas... Desejo a Esperança mais profunda... Aquela que sobrevive a tudo!
     Agradecemos profundamente cada ajuda, cada palavra de Amor. Através de cada um de vocês que lê essa mensagem, fomos avisados que vinha esse dia... Obrigado pela partilha, obrigado! Juntos formamos o cenário vivo que aguarda a criança, a nossa Esperança!




                       




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