:::: MENU ::::
  • MENSAGEM DE NATAL

  • JUFRA DO BRASIL LANÇA 5ª JORNADA FRANCISCANA NACIONAL PELOS DIREITOS HUMANOS

  • JUFRA DO BRASIL LANÇA O IX CADERNO NACIONAL DE FORMAÇÃO

#NOVO CADERNO DE FORMAÇÃO, JÁ BAIXOU O SEU?

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Paz e bem, amados irmãos!
A JUFRA do Brasil toda é convidada para se alegrar conosco e comemorar o aniversário do irmão

Vanderson
Silva
Secretário Nacional para a Área Norte

Irmão, desejamos que sua vida seja repleta de bons motivos para sorrir e seguras escadas para escalar. Desejamos muita paz, todo o bem, saúde e felicidades! Que nosso Pai Seráfico São Francisco e nossa Santa Advogada Clara continuem iluminando os ideais em sua vida. Hoje rezamos por você com muito mais amor, intensidade e especialidade! Que neste dia tão especial, Deus possa está a frente de sua vida, guiando seus passos e iluminando os seus caminhos. Que todos os dons e amor que tens colocados a serviço do nosso Ideal, se reverta em graças para sua vida. A JUFRA do Brasil agradece de coração toda sua dedicação e carinho. A Jufra do Brasil agradece toda dedicação, amor e carinho que tens tido pelo seu serviço!

paz e Bem, VANDERSON!
Mais de 50 lideranças das dioceses do Regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que abrange o estado do Maranhão (MA), estão participando desde o dia 16 de janeiro da 23ª edição do Curso de Formação Missionária. O curso é promovido pelo Conselho Missionário Regional (Comire), em parceria com o Centro Franciscano de Animação Missionária (CEFRAM) e tem o apoio das Pontifícias Obras Missionárias (POM). O evento segue até o dia 30 de janeiro, no CEFRAM, em Bacabal (MA).
O tema central do encontro é “Comunicação e Missão”, sob a assessoria do padre Jaime Carlos Patias, IMC, secretário nacional da Pontifícia União Missionária. Em sua explanação, o assessor apresentou uma ampla visão da comunicação na sociedade e na Igreja e destacou sua importância na missão. “Quando falamos de comunicação na Igreja não devemos pensar apenas nos meios técnicos. Entendemos de maneira especial o processo de comunicação nos espaços de reflexão, nas pastorais, grupos e movimentos”, explicou padre Jaime.
“O foco então, passa a ser a pessoa do discípulo missionário que é por sua natureza comunicacional, sal da terra e luz do mundo, com seu testemunho pessoal e através dos meios técnicos. Por isso a Igreja deve sair da acomodação para ir às periferias anunciar Cristo, a Boa Notícia da vida de Deus que transforma o mundo. Ele é simultaneamente, conteúdo e fonte do que a Igreja comunica em diversos contextos de missão”, complementou.
Segundo Joab Soares, liderança da diocese de Zé Doca (MA), “o desenvolvimento do estudo ajudou a entender ainda mais que a comunicação é essencial para Igreja hoje, sobretudo, na realidade do Maranhão, onde ela tem se esforçado para responder aos apelos da nova evangelização”.
Para o seminarista Josivan Batista, da diocese de Bacabal (MA), “em um mundo permeado pelas novas tecnologias e, ao mesmo tempo, indiferente à religião, precisamos de uma boa comunicação, isto é, usar de todos os meios possíveis para transmitir a alegria do Evangelho, conforme nos pede o papa Francisco”.
Além de analisar a concentração e manipulação dos meios de comunicação, o estudo sublinhou principalmente a importância da comunicação e as suas novas ferramentas na ação evangelizadora da Igreja no mundo atual, assim como, a organização da Dimensão Missionária da Igreja no Brasil. A programação inclui ainda cinco oficinas: comunicação e animação missionária; redes digitais como ambiente; comunicação alternativa; Pastoral da Comunicação (Pascom); e como utilizar os meios de comunicação.
Dimensão Missionária
O bispo de Bacabal e responsável pela Dimensão Missionária no Maranhão, dom Armando Gutiérrez, esteve presente e falou sobre o projeto que o Regional mantém há 16 anos em Moçambique, África. “Por vocação somos chamados a partilhar da nossa pobreza cooperando com a missão além-fronteiras”, sublinhou o bispo. Ele ainda explicou que o projeto se destaca pela participação das leigas missionárias. Na ocasião, Graça Rosa, coordenadora do Comire, partilhou sua vivência de dois anos em Moçambique, enquanto o jovem Fagno Silva falou da sua recente participação na Missão Jovem na Amazônia.
Com informações das POM 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

“Demos à Juventude, enquanto é tempo,
um crédito de confiança, corajoso e ilimitado...
No dia em que a juventude for comedida,
prudente e fria como a velhice, o pais morrerá de tédio”.
Helder Câmara


A todos os jovens da Pastoral da Juventude,
Paz, bem e revolução!

A Juventude Franciscana sente-se representada e feliz em virtude do 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude em Manaus/AM. Marcada por sua mística e protagonismo juvenil, a PJ nos inspira a expressar tamanho carinho com Arte. Herança do nosso inspirador, São Francisco de Assis que nos ensina a sermos afáveis e criativos nos encontros e despedidas com os irmãos(ãs). O encontro, portanto, tem valor particular e é nele que o mistério do Amor se realiza.
 
Segue nossa expressão de carinho em rima e verso:

O lugar escolhido é significativo!
Que façamos de Manaus um belo
manancial...
A Terra é mãe que proporciona o encontro
Somos água e somos canais...
Água quando vamos ao encontro!
Canais quando entendemos que todos são
iguais...
Que já não seja somente água que role,
Mas esperança e caridade.
Que a celebração aconteça,
E com ela sonhos de igualdade...
Lado a lado nas cidades, povoados,
Capelas e catedrais
É busca de harmonia Evangélica
Que nos fazem iguais...
Salve! Salve! Jovem pjoteiro
Que deixou seu Lugar
Foi a Amazônia ligeiro
Para juntos testemunhar
Jovens entre PJ e JUFRA já caminharam
sendo sinais de unidade,
Trilharam seus caminhos
E seus carismas os chamaram...
PJ de pastoral da Juventude
PJ de protagonismo Juvenil
PJ de promessas de vida para os jovens do
Brasil

Na pessoa de Aline Ogliari (Secretária Nacional da Pastoral da Juventude) e todos os jovens pjteiros e pjteioras queremos agradecer e reafirmar nossa parceria. Uma pena não poder participar pessoalmente, mas estaremos bem representados nesse encontro pelos jovens e assessores da nossa Fraternidade em Manaus/AM. E “que a Mão do Amor continue a traçar os fios dos nossos  destinos!”.
 
Fraternalmente,

Washington Lima
Secretário Nacional de Ação Evangelizadora da Juventude Franciscana


Mayara Ingrid Sousa Lima
Secretária Nacional da Juventude Franciscana

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Colombo – O segundo compromisso do Papa neste seu primeiro dia no Sri Lanka foi o encontro com os líderes religiosos. O Papa começou seu discurso agradecendo por estar presente no encontro que reuniu as quadro maiores comunidades religiosas do Sri Lanka: budismo, hinduísmo, islamismo e cristianismo.
 
Respeito 
Francisco disse que foi ao Sri Lanka, a exemplo dos Papas Paulo VI e João Paulo II, para demonstrar o grande amor e a solicitude da Igreja Católica pelo país, confirmar os católicos na fé em Cristo, rezar juntos e compartilhar alegrias e sofrimentos.
 
Lembrando o Concílio Vaticano II, o Papa recordou que a Igreja Católica declarou o profundo e duradouro respeito pelas outras religiões, e acrescentou:
 “É neste espírito de respeito que a Igreja Católica deseja cooperar convosco e com todas as pessoas de boa vontade na busca da prosperidade para todos os cingaleses. Espero que a minha visita ajude a encorajar e aprofundar as várias formas de cooperação inter-religiosa e ecumênica que têm sido empreendidas nos anos recentes”, assegurou o Pontífice.
 
Diálogo
Francisco destacou ainda a necessidade de se continuar a progredir na senda do diálogo já que as relações inter-religiosas e ecumênicas têm hoje um papel essencial e de urgência no Sri Lanka.
 
“Durante muitos anos, os homens e mulheres deste país foram vítimas de guerra civil e de violência. O que é necessário agora são a cura e a unidade, não mais conflitos nem divisões. Sem dúvidas, a promoção da cura e da unidade é um nobre compromisso que incumbe sobre quantos têm no coração o bem da nação e, na verdade, da família humana inteira. Espero que a cooperação inter-religiosa e ecumênica possa provar que os homens e as mulheres não têm de esquecer a própria identidade, tanto étnica como religiosa, para viverem em harmonia com os seus irmãos e irmãs”, declarou o Papa.
 
“Que o crescente espírito de cooperação entre os líderes das diferentes comunidades religiosas encontre expressão num compromisso que ponha a reconciliação de todos os cingaleses no centro de qualquer esforço para renovar a sociedade e as suas instituições”, exortou Francisco.
 
Fonte: Rádio Vaticano

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Somente o Espírito Santo torna o coração dócil a Deus e à liberdade. Foi o que afirmou o Papa Francisco durante a homilia da missa matutina, celebrada na capela da Casa Santa Marta.  
Uma sessão de yoga não poderá ensinar um coração a “sentir” a paternidade de Deus, nem um curso de espiritualidade zen o tornará mais livre de amar. Somente o Espírito Santo tem este poder. Em sua homilia, o Papa Francisco se inspirou no episódio do dia do Evangelho de Marcos: a multiplicação dos pães e o assombro dos discípulos ao verem Jesus caminhar sobre as águas. Os apóstolos, disse, “não entenderam o milagre dos pães porque o coração deles estava endurecido”.
Vida dura e muros de proteção
Um coração pode ser de pedra por tantos motivos, observou. Por exemplo, por causa de “experiências dolorosas”. Aconteceu com discípulos de Emaús, temerosos de se iludirem outra vez. Aconteceu com Tomé, que não quis acreditar na Ressurreição de Jesus. E “outro motivo que endurece o coração – indicou Francisco – é o fechamento em si mesmo”:
“Construir um mundo em si mesmo, fechado. Em si mesmo, na sua comunidade ou na sua paróquia, mas sempre fechamento. E o fechamento pode girar em torno de tantas coisas: pensemos no orgulho, na suficiência, pensar que eu sou melhor que os outros, inclusive a vaidade, não? Existem o homem e a mulher-espelho, que estão fechados em si mesmos por olhar continuamente a si mesmos, não? Esses narcisistas religiosos, não? Mas têm o coração duro, porque estão fechados, não estão abertos. E tentam se defender com esses muros que constroem ao seu redor”.
A segurança da prisão
Há também quem se esconda atrás da lei, seguindo “literalmente” o que os mandamentos estabelecem. Aqui, afirmou Francisco, o que endurece o coração é um problema de “insegurança”. E quem busca solidez no ditado da lei se sente seguro, disse o Papa com ironia – como “um homem ou uma mulher na cela de uma prisão atrás das grades: é uma segurança sem liberdade”. O contrário daquilo que Jesus nos trouxe, ou seja, a liberdade:
“O coração, quando endurece, não é livre e se não é livre é porque não ama: assim terminava o Apóstolo João na primeira leitura. O amor perfeito expulsa o temor: no amor não há temor, porque o temor supõe castigo, e quem teme não é perfeito no amor. Não é livre. Sempre tem o temor que aconteça algo de doloroso, triste, que me faça ir mal na vida ou arriscar a salvação eterna ... São tantas imaginações, porque não ama. Quem não ama não é livre. E seu coração estava endurecido, porque ainda não aprendeu a amar”.
O Espírito nos torna livres e dóceis
Então, “quem nos ensina a amar? Quem nos liberta dessa dureza?”, pergunta o Papa Francisco. “Somente o Espírito Santo”, é a sua resposta:
“Você pode fazer mil cursos de catequese, mil cursos de espiritualidade, mil cursos de yoga, zen, e todas essas coisas. Mas tudo isso nunca vai ser capaz de lhe dar a liberdade de filho. Somente o Espírito Santo move o seu coração para dizer 'Pai'. Somente o Espírito Santo é capaz de afastar, de quebrar essa dureza de coração e tornar um coração macio ... Não sei, eu prefiro a palavra... “dócil”. Dócil ao Senhor. Dócil à liberdade do amor”.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015


O "Dia de Reis" é uma das festas tradicionais mais singelas celebrada em todo o mundo católico. Neste dia se comemora a visita de um grupo de reis magos (Mt 2 1 -12), vindos do Oriente, para adorar a "Epifania do Senhor". Ou seja, o nascimento de Jesus, o Filho por Deus enviado, para a salvação da humanidade.

O termo "mago" vem do antigo idioma persa e serviu para indicar o país de suas origens: a Pérsia. Eram reis, porque é um dos sinônimos daquela palavra, também usada para nomear os sábios discípulos de uma seita que cultuava um só Deus. Portanto, não eram astrólogos nem bruxos, ao contrário, eram inimigos destas enganosas artes mágicas e misteriosas.

Esses soberanos corretos, esperavam pelo Salvador, expectativa já presente mesmo entre os pagãos. Deus os recompensou pela retidão com a maravilhosa estrela, reconhecida pela sabedoria de suas mentes como o sinal a ser seguido, para orientação dos seus passos até onde se achava o Menino Deus.

Foram eles que mostraram ao mundo o cumprimento da profecia de séculos, chegando no palácio do rei Herodes, de surpresa e perguntando "pelo Messias, o recém-nascido rei dos judeus". Nesta época aquele tirano reprimia a população pelo medo, com ira sanguinária. Mas os magos não o temeram, prosseguiram sua busca e encontraram o Menino Deus.

A Bíblia diz que os magos chegaram à casa e viram o Menino com sua Mãe. Isto porque José já tinha providenciado uma moradia muito pobre, mas mais apropriada, do que a gruta de Belém onde Jesus nascera. Alí, os reis magos, depois de adorar o Messias, entregaram os presentes: ouro, incenso e mirra. O ouro, significa a realeza de Jesus; o incenso, sua essência divina e a mirra, sua essência humana. Prestada a homenagem, voltaram para suas nações, evitando novo contato com Herodes, como lhes indicou o anjo do Senhor.

A tradição dos primeiros séculos, seguindo a verdade da fé, evidenciou que eram três os reis magos: Melquior, Gaspar e Baltazar. Até o ano 474 seus restos estiveram sepultados em Constantinopla, a capital cristã mais importante do Oriente, depois foram trasladados para a catedral de Milão, na Itália. Em 1164 foram transferidas para a cidade de Colônia, na Alemanha, onde foi erguida a belíssima Catedral dos Reis Magos, que os guarda até hoje.

No século XII, com muita inspiração, São Beda, venerável doutor da Igreja, guiado por uma inspiração, descreveu o rosto dos três reis magos, assim: "O primeiro, diz, foi Melquior, velho, circunspecto, de barba e cabelos longos e grisalhos... O segundo tinha por nome Gaspar e era jovem, imberbe e louro... O terceiro, preto e totalmente barbado chamava-se Baltazar (cfr. "A Palavra de Cristo", IX, p. 195)".

Deus revelou seu Filho ao mundo e ordenou que o acatassem e seguissem. Os reis magos fizeram isto com toda humildade, gesto que simboliza o reconhecimento do mundo pagão desta Verdade. Isso é o mais importante a ser festejado nesta data. A revelação, isto é, a Epifania, que confirma a divindade do Santo Filho de Deus feito homem, que no futuro sacrificaria a própria vida em nome da salvação de todos nós.

Outros santos e beatos:
Santos Anastácio, Jovial, Floro, Floriano, Pedro, Ratite, Tácio e Tilo — martirizados em Sírmio, na Panônia, no século IV.
São Diman (†658) — monge, depois abade e bispo de Connon, na Irlanda.
Santo Edern (século VI) — eremita no norte da França.
Santo Eigrad (século VI) — irmão de são Sansão de York, formado na escola de santo Iltuto.
Santo Erminoldo (†1121) — abade beneditino em Hirschau. Morreu em conseqüência de uma paulada desferida por um irmão leigo, sendo por isso considerado (embora impropriamente) mártir.
São Guarino (1065-1150) — bispo cisterciense de Sião, no Valais.­
São João de Ribera (1532-1611) — espanhol, filho do vice-rei de Nápoles, professor de teologia em Salamanca, arcebispo de Valença e ao mesmo tempo vice-rei dessa região. No exercício de suas funções, demonstrou ser excelente administrador. Canonizado em 1959.
reis magos Baltazar, Gaspar e Melquior — o Evangelho fala dos sábios vindos do Oriente. Tais nomes são mencionados tão-somente a partir do século VIII; presume-se que seus restos mortais se tenham conservado na catedral de Colônia.
São Merino — eremita de Gales, no século VI.
São Mullion ou Malânio — bispo de Rennes, na França; falecido em 535.
São Pedro de Cantuária (†607) — abade beneditino, foi um dos primeiros evangelizadores da Inglaterra.
Santa Rafaela M. Porras y Aillon (1850-1925) — religiosa espanhola, considerada a “segunda fundadora” da congregação das servas do Sagrado Coração.
São Schotine — anacoreta irlandês do século VI.
Santa Viltrudes (†986) — esposa do duque da Baviera; ao ficar viúva, fundou um mosteiro em Bergen, do qual se tornaria a primeira abadessa.

 
Fonte: Paulinas

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Caros párocos e demais responsáveis pela evangelização da juventude no Brasil.
                                                                                                            ”Bem-aventurados os que promovem a paz
                                                                                                                         porque serão chamados filhos de Deus”. (Mt 5, 9)
 
“Dia Mundial da Paz”!
Sempre iniciamos o ano com esta comemoração, ou melhor, com esta aspiração e esperança! E não é para menos: a paz é expressão profunda do ser humano, pois está intrinsecamente relacionada com o sentido de harmonia, de alegria, de plenitude da vida. Consciente ou não, a pessoa humana deseja a paz, irmã da felicidade. E passa a vida a sua procura. Queremos estar em paz; queremos a paz! Não há, em primeiro lugar, um ensinamento para isto, mas uma aspiração na raiz da vida. Quando não atingimos esta paz, nos tornamos doentes, depressivos, irracionais. Quando não a defendemos, não a facilitamos ou, pior ainda, a ela nos opomos, renunciamos a nossa filiação divina, tornando-nos violentos, divisores… diabólicos!

Bem-aventurados – felizes! – se tivermos como princípio motivador da vida, da vocação e da ação pastoral missionária, a paz! Bem-aventurados – felizes! – se, além disso, promovermos a paz, defendendo-a, ensinando-a, facilitando-a! A “paz”, segundo o hino das Bem-aventuranças, é a característica principal que identifica a criatura com o Criador, tornando-a radicalmente filha de Deus: “sereis chamados filhos de Deus”.

Como responsáveis pela evangelização da juventude, somos convocados a promover a paz em nosso meio. E “promover a paz” significa: anunciar a paz, provocar a paz, celebrar a paz, divulgar a paz. Sendo assim…

O tema da paz tem sido bem anunciado, trabalhado na catequese e nas reflexões dos grupos e organizações juvenis? Utilizamos pedagogias apropriadas capazes de descobrir e enfrentar os focos de sofrimento, revolta, insatisfação existenciais dos jovens e oferecer-lhes alternativas de sua superação, principalmente pelo encontro marcante com o Único que traz a paz verdadeira, profunda e permanente, Jesus Cristo? Sem o equilíbrio interno de uma paz existencial o jovem, além de não se encontrar como pessoa, buscará perigosos subterfúgios para minimizar suas carências profundas.

A paz tem sido provocada nos encontros grupais e comunitários? O diálogo, o respeito pelo diferente, o perdão, a paciência fazem parte das relações interpessoais? Os líderes adultos têm dado testemunho disso? E nós, sabemos escutar os jovens e provocamos o diálogo entre as gerações?

A paz tem sido celebrada junto aos jovens? Eles estão acolhendo os sacramentos como encontro qualificado em vista da paz que o coração humano pede tanto? Nós os temos cativado para a alegre busca da Eucaristia que enche a alma de paz por termos o próprio Deus conosco? Eles percebem que estamos realmente dispostos a atendê-los e acompanhá-los, para auxiliá-los no encontro da paz, fruto da misericórdia divina, proveniente do sacramento da Reconciliação?

Estamos capacitando nossos adolescentes e jovens para serem verdadeiros protagonistas da paz numa sociedade e cultura que têm incitado à violência, à divisão, à concorrência, à injustiça? Podemos assegurar que os jovens que passam pelos nossos ambientes evangelizadores e educativos saem convictos do valor absoluto da paz, fortalecidos pelas experiências vividas na comunidade e empolgados por serem profetas da paz em seu meio social?

Acabamos de celebrar o nascimento do Príncipe da Paz. Amá-lo e assumi-lo impõem-nos a condição de torná-lo conhecido, amado, seguido pelos jovens. Se nós, realmente, nos identificamos com aqueles alegres pastores ao redor da manjedoura, testemunhemos, então, com mais criatividade no meio dos jovens o alegre e revolucionário encontro com o Príncipe da Paz. “Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria” (DAp 29).

Nossa Senhora, Mãe de Deus e Rainha da Paz, cure suas feridas de pastores, renove seus sonhos para o ano que se inicia, interceda pelas suas necessidades humanas, aumente seu carinho pelos jovens, lhes traga paz abundante para a fecundidade de seu ministério. Feliz Ano Novo!

 “Por amor a meus irmãos e meus amigos, peço: ‘A paz esteja em ti!’
Pelo amor que tenho à casa do Senhor, eu te desejo todo bem!” [Sl 121(122)]

Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB


Fonte: http://www.jovensconectados.org.br/janeiro2015-dia-mundial-da-paz.html

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014





         

Meu coração está cheio de emoção... Eis o inicio de uma nova história "



     


 


       Queridos Jufristas, Família Franciscana do Brasil, amigos(as) e companheiros(as) da Juventude Franciscana,

       Que alegria! Que emoção! Jesus de Nazaré, nossa Salvação!

     Não tem poesia ou canção, por mais bela que seja, que possa expressar perfeitamente este tempo final de Espera. O nascimento em si que é perfeito. Esperamos ansiosos nosso Menino-Deus. Assim como um ano que termina e "RE-começa", somos convidados em cada Natal a "RE- começar". Ah, que alegria! É o Sol que volta com mais brilho e nos enche de esperança.
     Qual a cor? Do pano vermelho que cobre nossas mesas ao branco dos nossos sorrisos, a cor é você que oferece. Eu ofereço o Verde! Nestes dias cheios de divisões, vaidades e secas... Desejo a Esperança mais profunda... Aquela que sobrevive a tudo!
     Agradecemos profundamente cada ajuda, cada palavra de Amor. Através de cada um de vocês que lê essa mensagem, fomos avisados que vinha esse dia... Obrigado pela partilha, obrigado! Juntos formamos o cenário vivo que aguarda a criança, a nossa Esperança!




                       




segunda-feira, 22 de dezembro de 2014



paz e Bem, irmãos amados! 
E hoje a JUFRA DO BRASIL se alegra pelo aniversário da nossa irmã:

ANA CAROLINA MIRANDA
Secretária Nacional de Formação
 
Amada irmã, 
Que esta nova página seja escrita com inúmeras experiências e aprendizados, e cada um deles acrescente algo de bom na sua vida. Que tenha muita saúde, e que ela o acompanhe em todos os caminhos. Desejamos que ao longo de toda a sua vida possa andar no caminho da sabedoria e do amor, semeando coisas boas nas vidas de todos que te conhecem! Feliz aniversário para você, mana, uma pessoa especial, que consegue cativar qualquer um, que sempre tem uma palavra doce e carinhosa para quem precisa, que pensa na felicidade dos outros antes da sua própria e ajuda todos nos serviços e missões... Gostaríamos de lhe agradecer pelas inúmeras vezes que você enxergou o melhor em nós e nos motivou na caminhada. É muito bom fazer parte deste momento em que todas as pessoas que gostam de você comemoram mais um ano da sua existência. Você é uma pessoa muito especial, e se olhar ao seu redor esta todo mundo querendo lhe dar um abraço bem forte e dizer: FELIZ ANIVERSÁRIO!!! Que Deus te abençoe querida amiga, com paz, saúde e alegria; e, mesmo nos momentos mais difíceis e inevitáveis, você possa contar com ele que é o verdadeiro amigo de todas as horas, e se os degraus da vida tiverem difíceis de subir, segura na mão dele que com certeza, encontrarás forças necessárias para prosseguir... Nada mais merecido do que homenagear uma pessoa tão importante como você! Você faz a diferença e por isso queremos agradecê-la por tudo. Te amamos!

Paz e bem de todos os Jufristas do Brasil!

domingo, 21 de dezembro de 2014

Neste quarto e último Domingo do Advento, o Papa Francisco fez uma reflexão sobre a liturgia que nos prepara para o Natal que está chegando. O Pontífice convidou as dezenas de milhares de fiéis que lotaram a Praça São Pedro a meditar sobre o anúncio do Anjo Gabriel a Maria de que, segundo a vontade de Jesus, ela se tornaria a mãe de seu Filho unigênito: “Conceberás, darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus”.
Pensando nesta jovem simples de Nazaré, disse Francisco, colhemos dois aspectos essenciais de sua atitude, que são para nós modelo para nos prepararmos ao Natal. 
“Antes de tudo, a sua fé, que consiste em escutar a Palavra de Deus e entregar-se a esta palavra com total disponibilidade de mente e de coração. Maria respondeu ‘sim’ sem saber os caminhos que deveria percorrer, as dores que sofreria, os ricos que enfrentaria, mas estava consciente que era o Senhor que lhe pedia. Ela confia totalmente Nele e se abandona a seu amor”.
Um outro aspecto a ser meditado é a capacidade da Mãe de Cristo de reconhecer o tempo de Deus:
“Maria é aquela que tornou possível a encarnação do Filho de Deus, a revelação do mistério, guardado em segredo durante séculos”, como escreve o apóstolo Paulo.
Maria nos ensina a acolher o momento favorável em que Jesus passa em nossa vida e nos pede uma resposta rápida e generosa. O Papa reiterou que, como Maria, cada um de nós é chamado a responder com um ‘sim’ pessoal e sincero ao chamado, colocando-se plenamente à disposição de Deus e de sua misericórdia. 
A este ponto, o Papa deixou seu discurso escrito de lado e improvisou, dizendo: “Quantas vezes Jesus passa em nossa vida e quantas vezes nos manda um anjo e nós não percebemos porque estamos imersos em nossos pensamentos, ocupados com os nossos negócios e nestes dias, até com os preparativos para o Natal! Ele passa e não notamos que bateu em nossa porta, pedindo acolhimento”. O Papa contou que um Santo dizia “ter medo que Jesus passasse, ele não percebesse e o deixasse passar”.
“Quando sentimos no coração a vontade de sermos melhores, é o Senhor que nos faz sentir este desejo. Quando vocês sentirem isso, parem, é o Senhor. É ele que está batendo, não o deixem passar. Jesus bate na porta de nosso coração para nos dar a paz de espírito; abramos as portas a Cristo”. 
Concluindo sua reflexão, antes de rezar com os fiéis a oração mariana do Angelus, o Papa lembrou a presença silenciosa de São José ao lado de Maria: 
“O exemplo de Maria e de José é para todos nós um convite a acolher Jesus com total abertura de espírito. Por amor Ele se fez nosso irmão; Ele vem trazer ao mundo o dom da paz. Cristo é a nossa verdadeira paz. Entreguemo-nos à intercessão de nossa Mãe e de São José para vivermos um Natal realmente cristão, livres de toda mundanidade e prontos para acolher o Salvador, Deus conosco”. 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014


Nesse final de ano, a JUFRA do Brasil está em festas e dá boas vindas a nova fraternidade iniciante em Anápolis, Goiás. Depois de alguns anos sem fraternidades no estado de Goiás voltamos a nos alegrar e nos motivar com os irmãos e irmãs da Fraternidade Frei Leão. 

Um trabalho pensado e iniciado pelos Frades Menores da Província do Santíssimo Nome de Jesus do Brasil presentes na cidade, que com muito compromisso e entusiasmo se organizaram para iniciar uma fraternidade de JUFRA. Após, um intenso trabalho de  divulgação, hoje temos uma fraternidade consolidada e muito consciente da sua vocação franciscana.

E foi com muita alegria que a Secretária Fraterna Nacional, Mayara Ingrid, esteve em visita a essa nova fraternidade, encontrando um ambiente de muito acolhimento e de muio vigor franciscano. Agrademos a Deus pelo sim que esses jovens deram de seguir os passos de Cristo a exemplo de São Francisco de Assis e em especial a dedicação e o cuidado dos frades com cada jovem

domingo, 7 de dezembro de 2014


 No final de semana de 22 e 23 de novembro aconteceu o Encontro Inicial da Formação Básica do Jufrista e Oficialização da Fraternidade São Damião, na cidade de Porto Alegre-RS. Esta é a terceira fraternidade oficializada na capital gaúcha. O encontro foi motivo de grande alegria para o Secretariado Regional da JUFRA, bem como para toda Família Franciscana do Rio Grande do Sul.
A Assembleia Local foi presidida pelo Irmão Pedro Dornelles, Vice-Secretário Regional. Como secretária fraterna local, foi eleita a irmã Katherine Bianchini Esper.
 
Jufristas fraternidade oficializada São Damião - Secretariado Fraterno Local
(Izabelle, Giulianna, Katherine, Franciele, Claudio, Cleri e Junior)

Compromisso construído pelos jufristas da Fraternidade São Damião
"É com alegria que a agora Fraternidade São Damião da JUFRA, está aqui para assumir um compromisso e fazer um agradecimento. Levando no coração os ensinamentos de São Francisco de Assis, sempre com base no Evangelho, construirmos uma fraternidade com vigor para superar e enfrentar a realidade que nos permeia. Encontrar a paz e a coragem para podermos levar o carisma franciscano ao mundo. Levar a alegria ao pronunciar o Evangelho. Tendo São Damião como o nome de nossa fraternidade, assumimos o compromisso de toda vez que ouvirmos a voz do Pai que clama: "Vai e reconstrói", atender sem medo e com toda a coragem que recebemos ao olhar para a cruz, tentando sempre reconstruir o que está em ruínas. Aqui, diante da Igreja, queremos manifestar a felicidade que sentimos com o enorme carinho que recebemos da Paróquia, das comunidades, do CPCA (Centro de Promoção da Criança e do Adolescente) e de todos que nos apoiaram na caminhada. Manifestar aqui, o compromisso de honrar a igreja e a sociedade, estando dispostos a ajudar nos serviços da comunidade, fazendo tudo com carinho, nos encorajando no nosso Seráfico Pai Francisco. Pela interseção de São Francisco, Santa Clara, Santa Rosa de Viterbo, São Damião e todos os santos padroeiros, que a Juventude Franciscana do Brasil e do mundo, em especial a nossa fraternidade São Damião, sejam abençoadas e se mantenham firmes na missão de levar a palavra, evangelizando e levando o carisma franciscano aos povos".

CONFIRA ALGUMAS FOTOS DO ENCONTRO E CELEBRAÇÃO














Entre em Contato com a Jufra do Brasiljufrabrasil@gmail.com