quarta-feira, 16 de outubro de 2019

MATERIAIS 1º JORNADA LATINO-AMERICANA DIREITOS HUMANOS


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Paz e Bem! Irmãos/ãs, compartilhamos os materiais da nossa 1ª Jornada Latino-Americana pelos Direitos Humanos, da JUFRA da América Latina.
Seguindo as Conclusões do X Congresso Latino-Americano OFS-JUFRA (Guatemala, janeiro 2019)
Tema: Juventude e Protagonismo
Lema: "Ouvimos a voz de Deus, devemos acordar, levantar e atuar" (Papa Francisco)
Data: 1 a 10 de Dezembro de 2019
Lugar: Todas as Fraternidades da JUFRA de nossa América Latina.
#JufristaProtagonista #1JLDH #JuFraLatinoamerica


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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

JUFRA DO BRASIL LANÇA 17º CADERNO NACIONAL DE FORMAÇÃO

Capa 17º CNF

É com o coração repleto de alegria e gratidão que, em mais um 4 de outubro, no qual celebramos o dia de nosso Pai Seráfico, lançamos o XVII Caderno Nacional de Formação da Juventude Franciscana do Brasil, o primeiro do Secretariado Fraterno Nacional deste triênio (2019-2022)! Nesta edição, além de um conteúdo incrível, elaborado por pessoas muito especiais, as páginas que seguem também carregam intenso significado – por vivermos um momento em que o Papa nos chama à missão e a Igreja pulsa em direção ao resgate da essência do Evangelho, voltando a nossa atenção à Criação e à Casa Comum.

BAIXE AQUI >>> :  http://abre.ai/caderno_nacional_formacao

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É nesse sentido que, em sintonia com o proclamado Mês Extraordinário Missionário e o Sínodo para a Amazônia, que tornam outubro de 2019 um verdadeiro marco, trazemos como direcionamento essas duas grandes temáticas que, de maneira tão singular, conversam entre si e apresentam um convite claro de Cuidado: com a Amazônia, com os povos amazônicos, com aquelas e aqueles que ocupam as periferias – geográficas e existenciais.

O chamado a sermos Igreja em Saída é reafirmado e se intensifica, relembrando a mensagem de Jesus aos discípulos: “Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15) e, mais uma vez, como o Mestre fez com Maria Madalena, a mulher é protagonista no anúncio da Boa-Nova.
Por isso a entrevista foi realizada com a Irmã Laura Vicuña Pereira Manso, catequista franciscana, que nos apresenta a visão de uma mulher indígena que atua na Amazônia e muito nos acrescenta com suas experiências e motivações.

“[São Francisco de Assis] Amava e era amado pela sua alegria, a sua dedicação generosa, o seu coração universal. Era um místico e um peregrino que vivia com simplicidade e numa maravilhosa harmonia com Deus, com os outros, com a natureza e consigo mesmo. Nele se nota até que ponto são inseparáveis a preocupação pela natureza, a justiça para com os pobres, o empenho na sociedade e a paz interior” (LS, 10).

Abrilhantam nosso Caderno também as reflexões dos frades capuchinhos Luiz Carlos Susin, que nos presenteia com uma abordagem profunda sobre a Perfeita Alegria, além de nos contar como foi o processo de criação da música de mesmo nome, e Luiz Antônio Frigo, que trata da Educação Franciscana, propondo uma compreensão integral e mística e apontando os caminhos para que essa seja possível (de leitura obrigatória às formadoras e aos formadores!).

Além disso, a Expansão, uma das prioridades do triênio, é abordada por um texto inédito, de autoria das secretárias e dos secretários das Áreas. O Sínodo é o foco das contribuições das secretarias de AE e DHJUPIC, esta última que também nos oferece um conteúdo inovador: um Encarte, que propõe uma Roda de Conversa para refletirmos sobre o assunto em fraternidade.

A IMMF é lembrada como lugar de protagonismo e autonomia, preparando-nos para o Seminário Nacional. O já tradicional Encarte é dedicado à Rainha de toda Criação (LS, 241), por meio da apresentação da sua expressão de devoção mais intensa na Amazônia brasileira: o Círio de Nazaré.

As formadoras e os formadores regionais, que compõem um time de trabalho maravilhoso, que sonha, pensa e elabora os Cadernos Nacionais de Formação, oferecem contribuições riquíssimas e atuais, tratando da presença franciscana na sociedade e da juventude em missão, além de retomar a necessidade da escuta ativa do Evangelho.

A Assistência Espiritual nos convida a refletir “Qual é o Francisco que me inspira?” e a Animação Fraterna nos recorda a história das relações entre JUFRA e OFS, reafirmando o compromisso em acompanhar e construir pontes.

Ainda temos um convite à evangelização virtual! Em um novo campo, que oferece inúmeras possibilidades para efetivar o serviço missionário, a secretaria de Comunicação sugere algumas dicas para a construção de conteúdos que chamem a atenção na internet e propõe um desafio para divulgarmos o Caderno.

O senso de pertença é tratado como ato de amor pela secretaria de Finanças e Assessoria da Rede de Benfeitores, que proporcionam a efetividade do ardor missionário e a propagação do carisma. Vale conferir!

Construído a muitas mãos, este material chega como mais uma das formas de estarmos em sintonia, partilhando conhecimento e reflexões, bem como nos fortalecendo como fraternidade. Fica o sincero agradecimento às irmãs e aos irmãos que proporcionaram esse resultado e que, na partilha atenta e humilde, fizeram desse espaço uma verdadeira fonte de Amor e Cuidado.

Deixo o pedido sincero de que o conteúdo seja aproveitado e amplamente divulgado, para que atinja todos os ramos da Família Franciscana e alcance também quem possa nos conhecer e se encantar pelo modo de viver o Evangelho conforme fizeram Francisco e Clara de Assis.

Como não podia deixar de ser, dedico todo o processo de elaboração a um grande irmão (no tamanho e na doação) que abraçou a Irmã Morte e hoje intercede pela JUFRA do Brasil ao lado do Pai. Felipe Viveiros da Rocha foi exemplo de entrega e de amor ao serviço. Que possamos, como fez o Fil, nos deixar conduzir pelos planos do Altíssimo e nos render ao Seu tão grande Amor.


Com todo o carinho, da sua irmã menor,
Gabriela Consolaro Nabozny
Secretária Nacional de Formação (2019-2022)



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terça-feira, 17 de setembro de 2019

ESTIGMAS DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS: O AMOR AO CRUCIFICADO

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Relato da Legenda Menor de São Boaventura – Capítulo 6

“Francisco era um fiel servidor de Cristo. Dois anos antes de sua morte, havendo iniciado um retiro de Quaresma em honra de São Miguel num monte muito alto chamado Alverne, sentiu com maior abundância do que nunca a suavidade da contemplação celeste.                  
Transportado até Deus num fogo de amor seráfico, e transformado por uma profunda compaixão n’Aquele que, em seus extremos de amor, quis ser crucificado, orava certa manhã numa das partes do monte.

Aproximava-se a festa da Exaltação da Santa Cruz, quando ele viu descer do alto do céu, um serafim de seis asas flamejantes, o qual, num rápido vôo, chegou perto do lugar onde estava o homem de Deus. O personagem apareceu-lhe não apenas munido de asas, mas também crucificado, mãos e pés estendidos e atados a uma cruz. Duas asas elevaram-se por cima de sua cabeça, duas outras estavam abertas para o vôo, e as duas últimas cobriam-lhe o corpo.

Tal aparição deixou Francisco mergulhado num profundo êxtase, enquanto em sua alma se mesclavam a tristeza e a alegria: uma alegria transbordante ao contemplar a Cristo que se lhe manifestava de uma maneira tão milagrosa e familiar, mas ao mesmo tempo uma dor imensa, pois a visão da cruz transpassava sua alma como uma espada de dor e de compaixão.

Aquele que assim externamente aparecia o iluminava também internamente. Francisco compreendeu então que os sofrimentos da paixão de modo algum podem atingir um serafim que é um espírito imortal. Mas essa visão lhe fora concedida para lhe ensinar que não era o martírio do corpo, mas o amor a incendiar sua alma que deveria transformá-lo, tornando-o semelhante a Jesus crucificado.

Após uma conversação familiar, que nunca foi revelada aos outros, desapareceu aquela visão, deixando-lhe o coração inflamado de um ardor seráfico e imprimindo-lhe na carne a semelhança externa com o Crucificado, como a marca de um sinete deixado na cera que o calor do fogo faz derreter.

Logo começaram a aparecer em suas mãos e pés as marcas dos cravos. Via-se a cabeça desses cravos na palma da mão e no dorso dos pés; a ponta saía do outro lado. O lado direito estava marcado com uma chaga vermelha, feita por lança; da ferida corria abundante sangue. Frequentemente, molhando as roupas internas e a túnica. Fui informado disso por pessoas que viram os estigmas com os próprios olhos.

Os irmãos encarregados de lavar suas roupas, constataram com toda segurança que o servo de Deus trazia, em seu lado bem como nas mãos e pés, a marca real de sua semelhança com o Crucificado”.


No dia 17 de setembro a Família Franciscana e a Igreja celebram a impressão das Chagas do Seráfico pai Francisco. O homem que amou a Deus sobre todas as coisas e assemelhou-se à Nosso Senhor Jesus Cristo na vida, na paixão e na ressurreição, vivendo intensamente o Evangelho. Sua vida de penitência e sua conversão fizeram com que, por inspiração divina, abraçasse a cruz e deixasse ser conduzido pelo Espírito Santo.
O pobre de Assis durante a sua caminhada deixava irradiar da sua alma o imenso amor pelo divino Mestre em seus gestos e palavras por onde passava. Após a sua conversão amou intensamente e cuidou dos irmãos, optando pelo pobre e oprimido. Lutou até o fim, sem medir esforços. Renegou-se a si mesmo para que pudesse ir pelo mundo e anunciar às pessoas a paz e o amor de Deus. Então, Francisco nos deixa o exemplo de uma vida de oração, simplicidade e amor. Ele amou até o fim, ele que reconheceu o rosto de Cristo no irmão, ele que muitas vezes sofreu para realizar um sonho.
Foi então que os estigmas da Paixão foram concedidos a São Francisco em seguida a um momento de profunda oração contemplativa no Monte Alverne, em que o Crucificado lhe apareceu sob a forma de um Serafim com seis asas.
Portanto, o verdadeiro amor de Cristo transformou o amante na própria imagem do amado. Francisco deixa ser conduzido por esse amor ardente dentro de seu coração para a busca de estar a serviço do Reino de Deus.
Dito isso, podemos refletir a partir da seguinte passagem: "Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim." Gálatas 2:20. Como está a minha vivência de fé? Ela condiz com o que o Evangelho nos apresenta? Sou testemunha desse amor por Cristo e do seu Evangelho?
Que a exemplo de São Francisco de Assis possamos estar dispostos a viver intensamente esse amor por Cristo e por aqueles que mais precisam. Que sejamos testemunhas autênticas da fé e da nossa caminhada franciscana; somente assim poderemos estar em comunhão com o projeto do Reino de Deus. Através da dimensão evangélica vivida por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Oração a São Francisco – Papa João Paulo II
Ó São Francisco, estigmatizado do Monte Alverne,
o mundo tem saudades de ti como imagem de Jesus Crucificado.
Tem necessidade do teu coração aberto para Deus e para o homem,
dos teus pés descalços e feridos,
das tuas mãos trespassadas e implorantes.
Tem saudades da tua voz fraca, mas forte pelo Evangelho.
Ajuda, Francisco, os homens de hoje a reconhecerem
o mal do pecado e a procurarem a purificação da penitência.
Ajuda-os a libertarem-se das próprias estruturas de pecado,
que oprimem a sociedade hodierna.
Reaviva na consciência dos governantes a urgência da paz
nas Nações e entre os povos.
Infunde nos jovens o teu vigor de vida, capaz de fazer frente
às insídias das múltiplas culturas da morte.
Aos ofendidos por toda espécie de maldade,
comunica, Francisco, a tua alegria de saber perdoar.
A todos os crucificados pelo sofrimento, pela fome e
pela guerra, reabre as portas da esperança.
Amém.


Joice Fátima de Oliveira
Secretaria Regional de Formação Sudeste I/ Minas Gerais


Referências:
Fontes franciscanas.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

JUFRA PARTICIPA DO I CONGRESSO REGIONAL INTERFRANCISCANO DE JPIC




Representações da Família Franciscana presente no Nordeste do Brasil, incluindo Frades Menores (OFM, OFM Cap. e OFM Conv.), Irmãs Franciscanas Bernardinas, irmãs e irmãos da Ordem Franciscana Secular (OFS), bem como irmãs e irmãos da Juventude Franciscana (JUFRA), estiveram reunidas do dia 15 ao dia 18 de Agosto de 2019, no Convento de Ipuarana em Lagoa Seca – PB. Reunidos em comunhão fraterna para refletir o tema proposto: JPIC – Uma cultura do encontro e tendo como iluminação bíblica o evangelho de João que nos impele: “Que todos sejam um” (Jo 17, 21).
Na “cultura do encontro” e já em clima celebrativo dos 800 anos do encontro de Francisco com o Sultão Malik Al-Kamil, foram vivenciados diferentes momentos de mística, oração, celebração e formação onde foram abordadas diferentes temáticas de relevância para os serviços de JPIC (Justiça, Paz e Integridade da Criação) e DHJUPIC (Direitos Humanos, Justiça, Paz e Integridade da Criação).
Dentre as temáticas abordadas nas assessorias, iniciamos refletindo sobre a “Espiritualidade” com o auxílio de Dom Frei Severino, OFM Cap. Que nos trouxe uma espiritualidade encarnada no homem-ser místico de Francisco de Assis e suas implicações para a realidade concreta da nossa sociedade.
No período da tarde tivemos uma rica reflexão sobre “Francisco e Al-Kamil: um encontro de paz”, conferida por Frei Faustino Santos, OFM. Ele nos trouxe várias perspectivas de apreensão e reflexão sobre esse episódio tão marcante e tão significativo para nós franciscanos e franciscanas. Sua assessoria foi toda fundamentada nas fontes franciscanas e em outras fontes históricas.
Além dessa temática, Frei Faustino também nos agraciou com uma reflexão mais contemporânea, no caso “Nostra Aetate: acidente ou dom?”. Nostra Aetate que trata-se de uma Declaração sobre a Relação da Igreja com as Religiões Não-Cristãs, e que foi promulgada pelo Concílio Vaticano II. Uma temática muito relevante para esses tempos de tanto ódio e intolerância, tempo favorável para se discutir sobre diálogo ecumênico e inter-religioso.
No dia seguinte tivemos “O Migrante como Lugar Teológico”, apresentado pela Ir. Carmen Lúcia Pereira, MSCS, foi de grande importância sua fala por nos colocar a pá da realidade vivida pelos migrantes, especificamente, lá em Fortaleza/CE onde ela acompanha de perto. A Irmã pertence a Congregação Missionárias de São Carlos Borromeu/Sacalabrinianas, que tem como Carisma o cuidado e proteção aos migrantes.
Tivemos ainda “O Ciclo da Esperança nas Políticas Públicas”, tema exposto por Lucas Lins que pertence a Juventude Franciscana (JUFRA). Foi abordado o contexto histórico das políticas públicas, trazendo sempre seus benefícios e também os contratempos gerados através do Estado e seus governantes, particularmente numa abordagem sócio-político-econômico do Brasil.
E para finalizar refletimos sobre “A Encíclica Laudato Si” abordado por Frei Benedito Braga, OFMCap., na qual nos trouxe, detalhadamente, do que se trata essa Encíclica do Papa Francisco publicado em 2015. Documento tal que apresenta de forma afetiva e efetiva a preocupação para com a Casa Comum/o Meio Ambiente/a Ecologia, de maneira integral, pois, como nos falou o frei, o Papa traz consigo nessa Encíclica a preocupação de um cuidado especial para com a “Ecologia Integral”, ou seja, não só com a floresta, mas o todo: animais, pessoas vulneráveis (pobres, índios, crianças, idosos…) e ambientes que sofrem mortes causadas pela globalização capitalista.
Finalizamos esse I Congresso celebrando fé e vida na eucaristia, com animação e perspectivas para o próximo congresso, que tem como indicativo para ocorrer daqui a dois anos, em Juazeiro do Norte – CE. E também saímos de lá comprometidos em fortalecer as bases das nossas fraternidades locais, construir núcleos conjuntos de JPIC da Família Franciscana em nossos estados do Nordeste e colocar em prática os compromissos abordados na Carta-Compromisso do I Congresso Regional Interfranciscano de JPIC, que segue em anexo.

Lucas Tadeu Rodrigues Lins, JUFRA
Assessoria e Coordenação do Congresso
Secretário Regional de DHJUPIC (NE A2 CE/PI)
Fraternidade Sagrado Coração de Jesus – Caucaia – CE

domingo, 1 de setembro de 2019

A MULHER NA IGREJA



Irmãos e irmãs, Paz e Bem! 

É com muito orgulho que lançamos as novas propostas de encontro de formação da Jufra do Brasil!

Acesse nosso Instagram e veja no IGTV o vídeo de lançamento! 

Clique no Link e será encaminhado para o nosso BLOG DA FORMAÇÃO:  http://formacao-jufrabrasil.blogspot.com/2019/09/a-mulher-na-igreja.html

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

QUARESMA DE SÃO MIGUEL




Paz e Bem irmãos e irmãs!!! 

Dos dias 15 de agosto a 29 de setembro: realizamos a Quaresma do arcanjo São Miguel.
Herdamos de nosso Pai São Francisco esta devoção especial pelo arcanjo. 

Durante esse período, ele buscava lugares afastados para ficar a sós com Deus num grande retiro contemplativo. Foi numa dessas quaresmas, precisamente em 1224, estando em contemplação no Monte Alverne, que ele recebeu em seu santo corpo as cinco chagas de nosso Senhor Jesus Cristo. 

Como seguidores do seráfico Pobrezinho de Assis, façamos também nós esse tempo de recolhimento espiritual. 


BAIXE O ARQUIVO >>>

domingo, 11 de agosto de 2019

SANTA CLARA DE ASSIS E A SINGULARIDADE FEMININA






SANTA CLARA DE ASSIS E A SINGULARIDADE FEMININA:
OLHAR, CONSIDERAR, CONTEMPLAR

Contextualizando
O tempo de Clara de Assis pertence a um dos períodos mais dinâmicos da história do Ocidente, marcado por grandes e decisivas mudanças nas diferentes áreas do saber, da convivência e da ação humana.
Percebe-se uma riqueza sem fim de pessoas e de acontecimentos, um fervor criativo. Surgem as Comunas livres e associações, cidades e comércios, cruzadas e peregrinações, catedrais e universidades... Alguns elementos que ajudam a definir a Idade Média - que vai do século XI a meados do século XIV.
Nesse contexto, os setores da Igreja sentem-se desafiados a retornar às fontes originais da vida cristã e a expressar a própria fé de uma forma nova. Abre-se na Igreja Ocidental, um novo “tempo evangélico”, marcado por duas características fundamentais: a pregação da Palavra e a vivência da pobreza. A chamada “vida apostólica” é redefinida a partir do Evangelho e busca de uma vivência cristã mais intensa, não só por parte do clero, mas, principalmente, por muitos leigos e leigas.
 A grande participação das mulheres é um dos fenômenos mais significativos da história da Igreja Medieval. Clara de Assis não é uma estrela solitária. Tem seu brilho próprio, mas soma sua luz àquela de “uma multidão de mulheres” que a partir do final do século XI sentem-se igualmente atraídas pela novidade do Evangelho.
Esse despertar evangélico trouxe grande vitalidade para a Igreja. Ao lado da renovação monástica, surgiu nova forma de vida apostólica, centrada na pregação e na pobreza. Os principais protagonistas deste movimento eram eremitas ou penitentes, leigos/as que se propunham seguir Jesus Cristo pobre, assumindo o Evangelho como regra de vida.
A sensibilidade evangélica que acentuava a pobreza e a pregação estava apontando um novo modelo de vida apostólica, que ia além do mosteiro ou do ermo e se voltava para o mundo.
Durante o séc. XI e até metade do séc. XII, permanecia a convicção de que a vida religiosa tinha o seu modelo na vida monástica. A compreensão era de que dois caminhos eram possíveis para as mulheres: matrimônio ou vida monástica.

Espiritualidade e santidade femininas
É comum pensar a Idade Média como um tempo de submissão feminina a tudo o que era prescrito pelos homens. Contudo, o campo da espiritualidade constitui um exemplo claro da luta feminina por autonomia e liberdade. Muitas mulheres romperam com o modelo tradicional e buscaram a Deus por outros caminhos mais adequados à própria sensibilidade, inteligência e capacidade de amar.
A grande motivação que levava as mulheres religiosas a assumirem a pobreza como forma de vida era o seguimento a Jesus Cristo pobre, a expressão concreta desta pobreza incluía a solidariedade com os pobres e excluídos da sociedade, por amor ao mesmo Jesus Cristo que neles se fazia presente.
A vocação de Clara aparece como uma alternativa de vida cristã, em meio à inquietude feminina dos séculos XII e XIII. Como outras tantas mulheres de seu tempo, Clara foge ao modelo de vida cristã familiar e ao modelo monástico para responder ao chamado de Jesus Cristo de uma forma nova, centrada na vivência da pobreza evangélica, à semelhança dos primeiros discípulos.
Clara inova também em relação aos movimentos religiosos femininos de sua época. Não repete simplesmente o que já existia. A partir de suas convicções a respeito do seguimento de Jesus Cristo e da inquietação que lhe vem de Francisco, encontra um caminho que se torna alternativa para muitas outras mulheres.

No Testamento, Clara destaca três aspectos que contribuíram e que fazem parte de sua vocação, conversão: a iniciativa de Deus, a mediação de Francisco e o seguimento de Jesus Cristo como Caminho:

         - “Entre outros benefícios que temos recebido e ainda recebemos diariamente da generosidade do Pai de toda misericórdia e pelos quais temos que agradecer está a nossa vocação que, quanto maior e mais perfeita, mais a Ele é devida (TestC 2s)

         - Depois que o altíssimo Pai celestial, por sua misericórdia e graça, se dignou iluminar o meu coração para fazer penitência, segundo o exemplo e ensino de nosso bem-aventurado pai Francisco, pouco depois de sua conversão, com algumas irmãs que Deus me dera logo após a minha conversão, eu lhe prometi obediência voluntariamente (TestC 24s eRegC ,1)

         - O Filho de Deus fez-se Caminho, que nosso bem-aventurado pai Francisco, que o amou e seguiu de verdade, nos mostrou e ensinou por palavra e exemplo (TestC 5).

Clara de Assis percebeu a necessidade e urgência de vivenciar e seguir o Cristo Pobre e Crucificado. Ela assumiu este valor como centro de sua experiência cristã: Seguir Jesus Cristo pobre e crucificado, o Filho de Deus que se fez Caminho ao assumir a condição humana na forma de Servo, para trazer ao mundo a graça e a misericórdia de Deus.
Clara compartilha a mesma experiência de Francisco. Foi ele quem lhe mostrou o Caminho, com palavras e exemplos (TestC 5). Contudo, a forma de Clara ver Jesus Cristo e de segui-lo tem algo muito original. Ela não copiou e nem imitou Francisco. Clara se movimentou com liberdade, guiada pelo mesmo Espírito que chamou ambos para fazer penitência. (Test. C 24).
O seguimento de Jesus Cristo, pobre em Clara de Assis, tem forte dimensão contemplativa. Ela escreve para Inês de Praga na sua quarta carta:
Abrace o Cristo pobre como uma virgem pobre. Veja como por você ele se fez desprezível e siga-o. Com o desejo de imitá-lo, nobre rainha, olhe, considere, contemple o seu esposo, o mais belo entre os filhos dos homens que se tornou por sua salvação o mais vil de todos, desprezado, ferido e tão flagelado em todo o corpo, morrendo no meio das angustias próprias da cruz.
Se você sofrer com Ele, com ele vai reinar; se sofrer com ele, com ele vai se alegrar, se morrer com ele na cruz das tribulações, vai ter com ele a mansão celeste junto aos santos.
        
Por que Clara faz uso do espelho?
Clara usa a metáfora do espelho para apontar as três dimensões da vida de Jesus que dão sustentabilidade a sua mística.
Os persas e chineses foram os primeiros a usar o espelho de metal, em forma circular. Através do Egito, o espelho chegou a Síria e Palestina no séc XIII aC. O Antigo Testamento conhece os espelhos de bronze para uso pessoal das mulheres (Ex. 38,8) Diversos textos bíblicos se referem aos espelhos de metal, de maneira simbólica: Jó 37, 18; Sab 7,26; 2Cor 3, 18; 1Cor 13,12. 
Na literatura da Idade Média a metáfora do espelho é muito usada. H. Grabes enumera mais de 250 obras medievais que trazem no título a palavra espelho. Muitos Padres da Igreja e autores medievais usam a simbologia do espelho para falar do conhecimento. 
Clara não desconhece este sentido, porém, para ela não se destaca a razão, mas o coração, os olhos, o desejo. Por isso o espelho clareano é mais do que um símbolo; é sacramento de uma presença!
Na quarta carta de Clara à Inês de Praga encontramos esse objeto tão comum na literatura de seu tempo. Na carta ela diz:
“Olhe dentro desse espelho todos os dias, ó rainha, esposa de Jesus Cristo, e espelhe nele, sem cessar, o seu rosto, para enfeitar-se toda, interior e exteriormente, vestida e cingida de variedade, ornada também com flores e roupas das virtudes, todas, ó filha e esposa caríssima do sumo Rei.”
Nesta carta ela revela o seu jeito de contemplar a presença física de Jesus em nosso meio, pois nesse espelho resplandecem a bem-aventurada pobreza, a santa humildade e a inefável caridade. No seguinte trecho, ela trata da questão do espelho de uma forma singular:

Preste atenção no princípio do espelho: a pobreza daquele que envolto em panos, foi posto no presépio! Admirável humildade, estupenda pobreza. O Rei dos anjos repousa numa manjedoura.

No meio do espelho, considere a humildade, ou pelo menos a bem-aventurada pobreza, as fadigas sem conta e as penas que suportou pela redenção do gênero humano.

No fim desse mesmo espelho, contemple a caridade inefável com que quis padecer no lenho da cruz e nela morrer a morte mais vergonhosa.

Interessante que Clara não se preocupa em descrever seu caminho de contemplação de maneira sistematizada, com finalidade pedagógica.
Ela simplesmente vive e compartilha com suas irmãs sua experiência, em particular com sua amiga Inês de Praga. É através das cinco cartas escritas, 04 a Inês de Praga e 01 a Ementrudes de Bruges, que se pode perceber o caminho espiritual percorrido por Clara. Descobre-se que se trata de uma grande mestra espiritual, de alguém que abriu caminhos e que teve muitas seguidoras, até hoje. Alguém que atravessou os tempos e chegou até nossos dias trazendo um caminho bem concreto para quem quer seguir com fidelidade os passos de Jesus Cristo.
Seu método é simples, como foi simples toda a sua vida: Olhar, considerar, contemplar. A via de Clara é o mistério da encarnação do Verbo, sintetizada no presépio, na vida pública e na cruz.
Nos últimos séculos, entendeu-se a vida contemplativa como um determinado tipo de vida consagrada na Igreja. Os carismas das diversas ordens e institutos religiosos foram classificados em contemplativos e apostólicos, com base numa compreensão de reconhecer Jesus orante e o Jesus como pastor que anuncia o Reino de Deus. Esta visão redutiva trouxe prejuízo para a Igreja, pois dispensou a grande maioria dos cristãos a buscar a contemplação como experiência de vida cristã.
Os tempos atuais trouxeram de volta o valor, o sentido e a possibilidade da contemplação em qualquer estilo de vida no horizonte do seguimento de Jesus Cristo e do compromisso com a causa do Reino. Nesse sentido, Clara de Assis tem um grande ensinamento a nos dar. Para ela a contemplação não é algo separado da vida e dos afazeres do cotidiano. Sua contemplação está em sua opção radical por Jesus Cristo.

Texto elaborado por Irmã Maria Aroni Rauen, a partir do livro
“O Seguimento de Jesus Cristo em Clara de Assis” de Delir Brunelli, cf.

sábado, 10 de agosto de 2019

RELANÇAMENTO REDE DE BENFEITORES



CARTA DE APRESENTAÇÃO DA REDE DE BENFEITORES 


Caríssimas irmãs e caríssimos irmãos, é com muita alegria que nos apresentamos neste dia, mais que especial, para conversamos um pouco sobre a Juventude Franciscana do Brasil. Sabemos e entendemos que ser profeta nos dias de hoje está cada vez mais complexo, nos falta investimento e em muitas das vezes recursos para realizarmos nossas atividades junto aos diversos níveis da Juventude Franciscana, ressaltamos ainda toda a expressão territorial do nosso imenso Brasil. 

Contudo, abraçamos e sonhamos no último triênio (2016 - 2019) um projeto que vem nos auxiliando junto a esse desafio, e que neste triênio (2019 - 2022) estamos trabalhando no seu desenvolvimento e articulação para melhorar o contato e o diálogo entre os nossos Benfeitores e Jufristas. 

“A Juventude Franciscana é um ideal luminoso de vida” assim falava o Santo Papa João Paulo II em maio de 1998, e diante dessa mesma alegria fraterna em poder sermos presença junto aos nossos serviços missionários, que partimos para uma continuação desta que será uma grande Rede de Benfeitores que nos ajudará, não somente de forma financeira mas de forma espiritual com suas orações e preces por uma juventude mais ousada e consciente diante de seu papel em meio a igreja e a sociedade.

Assumimos um compromisso, e “QUEREMOS SER testemunhas concretas no ambiente onde estivermos inseridos, com tudo aquilo que a nossa espiritualidade implica: alegria, serviço, compromisso e fraternidade.” (Carta de Guaratinguetá: A JUFRA que queremos ser, 2011). E nessa construção, você minha irmã e meu irmão, é uma peça fundamental desse alicerce de amor e esperança de uma juventude ousada. 

A experiência como Benfeitor desta Rede é algo bem simples, mas de forma ordenada e organizada, toda ajuda e doação é uma pequena semente que plantamos e esta pode ser realizada da forma como você entenda que seja melhor, indo desde a doação de valores mensais, bimestrais, trimestrais ou anual. Tudo se concretiza por meio de nosso cadastro em nosso site (www.jufrabrasil.org, na aba Benfeitores). 

Nosso diálogo se dar por meio dos canais de comunicação (e-mail: benfeitoresjufra@gmail.com e WhatsApp 89 98129-0269 / 89 9 9433 3291) além de estamos nas redes sociais divulgando de forma singela os nossos trabalhos (instagram: @jufrabenfeitores). 

Venha fazer parte, “[..] entra na roda com a gente também. Você é muito importante” (Música Momento Novo, Ernesto Cardoso). Vem, vamos conversar um pouco sobre a Juventude Franciscana do Brasil.

Fraternalmente;

Francisco Carlos Rocha, OFS/JUFRA
Assessor da Rede de Benfeitores JUFRA DO BRASIL

José Douglas Soares
Secretario Fraterno JUFRA DO BRASIL



CONFIRA O VÍDEO DE LANÇAMENTO: https://youtu.be/i-mWz5de92k

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

PROVOCAE IMMF 2019


| PROVOCAE IMMF 2019 |

❤ Estamos na semana do PROVOCAE! Nesta semana buscamos apresentar a novas crianças, adolescentes e jovens o carisma franciscano, assim como nos aprofundar neste, pois percebemos o quanto é bom se fazer menor e servir o outro.

Compreendemos que para amar precisamos conhecer e é por isso que a JUFRA do Brasil está lançando esse material tanto para a JUFRA quanto para a IMMF, para que todos conheçam a beleza e a riqueza que temos em nosso paı́s.

Pedimos aos irmãos e irmãs que divulguem e trabalhem esse material nas suas fraternidades locais. Tirando fotos e registrando o momento de todas as formas. Realizando também o Gesto Concreto contido no material.⠀

Utilizem as hashtags:⠀
#PROVOCAE2019 #VIPROVOCAE #AE #COMUNICAÇAO #SINODOAMAZONIA #CASACOMUM #LAUDATOSI #IMMF #JUFRADOBRASIL #PROVOCAEIMMF2019


BAIXE O MATERIAL AQUI:  https://drive.google.com/open?id=1GKzq_dInjlfRYEz1iyZYvcWwQ77_NRrW

#PROVOCAE2019



Irnãos e irmãs de todo o país, Paz e Bem!

Estamos lançando mais um material de promoção vocacional, o nosso VI PROVOCAE, que inspirados pelo Espírito Santo e pelo Sínodo da Amazônia traz o tema: "Amazônia e fraternidade: Novos caminhos para a comunicação integral" e o lema "Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura" (Mc. 16, 15).

E junto com nossa "provocação" vem também um material todo especial elaborado para nossas crianças da IMMF, com uma reflexão toda especial.
Pedimos aos irmãos e irmãs que divulguem e trabalhem esse material nas suas fraternidades locais. Tirando fotos e registrando o momento de todas as formas. Realizando também o Gesto Concreto contido no material.

Utilizem as hashtags:
#PROVOCAE2019  #VIPROVOCAE #AE #COMUNICAÇAO #SINODOAMAZONIA #CASACOMUM #LAUDATOSI #IMMF #JUFRADOBRASIL

Paz e Bem!



BAIXE O MATERIAL AQUI! 

https://drive.google.com/open?id=1GKzq_dInjlfRYEz1iyZYvcWwQ77_NRrW

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

1º REUNIÃO PRESENCIAL DO TRIÊNIO 2019/2022



Nos próximos dias 02, 03 e 04 de Agosto a fraternidade nacional da Juventude Franciscana do Brasil se encontrará nas depêndencias da Fraternidade Santo Antônio do Pari – Ordem dos Frades Menores – Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil na cidade luz de São Paulo/SP, para a realização da Primeira Reunião presencial deste triênio.

Nessa reunião estará organizada de forma a contemplar as necessidades iniciais desta fraternidade nacional, entre elas: momentos de espiritualidade, fazer uma grande análise da realidade atual dos nossos regionais e serviços do SFN, proporcionar trocas de experiências entre os irmãos e planejar as principais atividades de cada secretaria/serviço com base nas prioridades, resoluções e recomendações do ultimo CONJUFRA em Anápolis-GO.

Contamos com a oração e sintonia de toda a JUFRA DO BRASIL para iluminar os irmãos do Secretáriado Fraterno Nacional nesse triênio que se inicia.

Paz & Bem!

segunda-feira, 29 de julho de 2019

CORJUFRA REGIONAL NE A1



Durante os dias 19 a 21 de julho  em São Luís/MA, as fraternidades do Regional NE A1 (Maranhão) estiveram reunidas em Congresso para avaliar a caminhada do último triênio e eleger irmãs e irmãos para dar continuidade na condução dos trabalhos deste regional.
Com o tema “Como em cada amanhecer uma luz volta a brilhar” e o lema “Do início ao fim, Deus espera por teu SIM” foram vividos momentos de motivação, convivência fraterna e reflexão tendo em vista a caminhada de Francisco e Clara. Como uma fraternidade regional a alegria deu o nome a este congresso.

Com a espera de Deus pelo SIM, as irmãs e irmãos foram chamados a servir, guiando  a caminhada à frente do Regional. Para tanto, foram eleitos:
Secretaria Fraterna Regional: Maiara Bulhão
Secretaria Regional de Formação: Ingrid Marques
Sec. Para o distrito I:Daiane Késsia
Sec. Para o distrito II: Letícia Glenda
Sec. Para o distrito III: Mayara Waléria
Sec. Para o distrito VI:Edwin Gessé

O distrito IV e V ficou como prioridade para o regional, que com o seu zelo fortalecerá e expandirá não só esse distrito, mas também todo o regional.

Que Deus abençoe esse triênio que se inicia...
Vai florescer, Maranhão! 🌺

Frateqrnalmente,
Mayra Caroliny de Oliveira Santos
Secretaria Nacional para a Área Nordeste A







quarta-feira, 24 de julho de 2019

ENCONTRO REGIONAL MG 2019



Paz e Bem,

A Juventude Franciscana de Minas Gerais esteve reunida entre os dias 19 a 21 de julho na fraternidade Monte Alverne da cidade de São João Del Rei/MG, para realização de mais um Encontro Regional, que teve como tema “Missão, um lugar de Comunhão” e lema “Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a língua, mas por atos e em verdade” 1 Jo 3,18.
Estiverem presentes oito fraternidades da JUFRA, fraternidades dos frades OFM, OFMcap e da OFS, sendo um total aproximado de 120 irmãos.

Durante o encontro pudemos refletir sobre a nossa caminhada missionária, com a reflexão conduzida por Washington Lima ex secretario fraterno nacional da JUFRA, ele ressalta que missão se faz a partir do nosso contexto local, e que a mesma não se mede em quilometragem ou metros quadrados, missão não tem um roteiro a ser seguido, também é seguir nosso ponto de partida que é Cristo, fazendo a opção de fato que ele fez, estar junto aos pobres, excluídos e colocados à margem da sociedade, missão também é respeitar o “local de fala” de cada irmão, e nos ressalta que Leonardo Boff diz; “Todo ponto de vista é à vista de um ponto”, nos mostrando que cada um tem uma missão a ser seguida e a partir da experiência de cada um.

Durante o encontro também pudemos conhecer diversas realidades e trabalhos sociais daquela cidade, trabalhos tais como, Agroecologia, APAC (método diferente de se cumprir pena, de forma mais justa, humana, econômica quebrando todo sistema que exclui e mata), abrigos, albergue, manifestação cultural e religiosa afro brasileira e grupo de mulheres que através da produção de quitandas se auto sustentam, fugindo do sistema econômico convencional e trabalhando com a economia solidária.

Por fim, também houve a avalição deste encontro com uma roda de conversa e discussão, dentro da perspectiva e a luz do tema central do encontro, posteriormente escolhemos como próxima sede do Encontro Regional 2020 a Fraternidade Nossa Senhora dos Anjos de Lagoa Formosa.

Agradecemos as colaborações e orações, para que nossa fraternidade regional pudesse realizar este encontro.

Fraternalmente,

JUVENTUDE FRANCISCANA DE MINAS GERAIS – Regional SUDESTE I

sexta-feira, 19 de julho de 2019

NOTA DE FALECIMENTO - Felipe Viveiros da Rocha




“Louvado sejas, meu Senhor, por nossa irmã a Morte corporal... Felizes os que ela achar conformes à Tua santíssima vontade, porque a morte segunda não lhes fará mal”.
Cântico das Criaturas
Com muita tristeza, recebemos na noite de ontem a notícia do falecimento precoce do nosso irmão Felipe Viveiros da Rocha, da fraternidade Santíssima Trindade - Florianópolis, Regional Sul 2 (Santa Catarina). Fil como era carinhosamente conhecido, servia com muito amor, zelo e serenidade como Secretário Fraterno Local e Interventor do Regional de SC, ajudando no processo de reestruturação da Juventude Franciscana no estado.
Fill era um irmão que sempre buscou ensinar seus irmãos a caminharem sendo protagonistas, tanto que ajudou a formar muitas lideranças. Alguns o conheceram por suas bandeiras em DHJUPIC, outros por seu amor e zelo com IMMF, ainda outros por sua sensibilidade ao evangelizar, ainda outros por seu trabalho na comunicação!
Um irmão que amava ensinar e o fazia com humildade e amor, seu sorriso sem jeito encantava, sua paz nos acalmava e seu eterno sim a JUFRA muitos nos inspirava e vai nos inspirar pra sempre, que possamos aprender a cuidar dos irmãos com o mesmo carinho, amor e paciência que ele cuidava.
Que toda a JUFRA do Brasil possa se unir em oração, pela família, amigos, fraternidade local e regional do Fil, para que o “brilho da fé seja a certeza que ele vive feliz com o Senhor”. Ficamos com seu exemplo de VIVER a “Espiritualidade Franciscana, em fraternidade com toda a criação”.
“Aquele que não ama permanece na morte,
este nosso irmão amou, por isso permanece na vida!”
Fraternalmente;
Secretariado Fraterno Nacional da JUFRA do Brasil




terça-feira, 9 de julho de 2019

CORJUFRA REGIONAL NE B1



Durante os dias 05, 06 e 07 de julho de 2019, a Juventude Franciscana do Regional NE B1 - (Pernambuco e Alagoas), esteve reunida na cidade de Penedo-AL, as margens do Rio São Francisco, para realizar o XIII Corjufra Ordinário Eletivo. ⠀

Com muita alegria, paz e poesia, todos os irmãos ali presentes foram convidados a voltar a Assis, refletir a caminhada, partilhar, planejar os próximos passos e eleger os irmãos que iriam compor o Secretariado Fraterno Regional do próximo triênio (2019-2022). O Congresso foi marcado por momentos de oração, convivência fraterna, avaliação, despedidas, alegrias e, sobretudo a vivência da FRATERNIDADE. ⠀
E como fraternidade, somos convidados ao serviço do reino de Deus. Assim, alguns(as) irmãos(ãs) receberam o chamado do Espírito Santo para SERVIR a Juventude Franciscana do Regional NE B1, durante os próximos três anos. ⠀
Dessa forma, foram eleitos e empossados como:⠀
Secretário Fraterno Regional: Erasmo Cláudio (Fraternidade Beleza Simples, Pesqueira-PE)⠀
Sec. p/ Distrito Grande Recife e Zona da Mata: Janeson Silva (Fraternidade Perfeita Alegria, Timbaúba-PE) 
Sec. p/ Distrito Agreste: Ana Laura (Fraternidade Beleza Simples, Pesqueira-PE)⠀
Sec. p/ Distrito Sertão: Sara Luana (Fraternidade Irmão Menor, Bodocó-PE)⠀
Sec. p/ Distrito Alagoas: Chrystyan André (Fraternidade Instrumentos da Paz, Penedo-AL)⠀
Secretária de Formação: Ana Raquel (Fraternidade Irmão Menor, Bodocó-PE)⠀
Conselho Fiscal: João Victor (Fraternidade Frei Galvão, União dos Palmares/AL)⠀ Raiane Mere (Fraternidade Mensageiros de Cristo, Caruaru/PE)⠀ Ruane Moraes (Fraternidade Estrela de Assis, Triunfo/PE)⠀


Portanto, “cantar um canto ensinado por Deus, com poesia ensinar nossa fé, plantar o chão, cultivar o Amor como poetas que querem sonhar”. ⠀
Fraternalmente,⠀
Patrick Martins Santos⠀
Sec. Nacional p/ Área Nordeste B


VEJA AS FOTOS DESSE CORJUFRA EM NOSSO INSTAGRAM >>> https://www.instagram.com/p/BzsqupGA8-0/