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terça-feira, 6 de março de 2012

Mensgem do Secretário Nacional pelo Dia do JUFRISTA


“Portanto, se o Senhor nos chamou a coisas tão elevadas que 
em nós possam espelhar-se os que deverão ser exemplo e espelho para os outros, 
estamos obrigados a bendizer e louvar a Deus, dando força ainda maior uns aos 
outros para fazer o bem no Senhor.”(Testamento de Santa Clara)





Queridos Jufristas de todo este imenso e lindo Brasil,
Paz e Bem!


É novamente nosso dia, dia do Jufrista!

O motivos para celebrar, comemorar e se alegrar são inúmeros, posso fechar os olhos e me recordar com alegria e satisfação a presença de tantos jovens advindos de tantas partes deste país, dentro da Basílica de Aparecida celebrando os 40 anos da caminhada da JUFRA neste imenso país, afinal essa é uma das imagens mais bonitas que já vi neste período de tantos anos que caminho na Juventude Franciscana; podemos também parar e lembrar os tantos trabalhos e projetos que receberam forma no seio das nossas fraternidades locais na Jornada Nacional dos Direitos Humanos que a cada ano vem nos surpreendendo com a efetividade e a beleza dos trabalhos que vem sendo realizado nas bases, em cada Fraternidade local, passando pelas mãos e pelo coração de cada um dos irmãos e irmãs, esses momentos nos fazem ser mais franciscanos, mais cristãos e mais Humanos, precisamos aperfeiçoar a cada dia, a partir do nosso carisma, a arte de ser "Gente"!

Posso ainda parar e relembrar todos os momentos formativos, nas salas, salões, praças, capelas e casas onde nossas fraternidades sentam para viver a formação, se formar é importante, ao viver nos formamos e só vivemos bem se formos bem formados. Como mensurar a riqueza do aprendizado que cada um de nós recebemos ao formar o nosso círculo em fraternidade e lá vermos brotar lições de vida da boca e do coração de nossos irmãos, acredito que nisso consiste o se formar, o buscar ser melhor, querer fazer ressoar as palavras de Cristo Jesus faladas com o “sotaque” de Francisco de Assis, mas com a nossa voz!

Sei bem das tantas dificuldades que cada uma das nossas fraternidades locais muitas vezes vivem, do quanto algumas coisas são difíceis nesta fase da vida que nós atravessamos, ás vezes falta tempo, outras vezes paciência, muitas são as carências, dúvidas, questionamentos e desafios, também sei o quanto a JUFRA é importante na vida de cada um de nós enquanto seres humanos e que muito maior que as dificuldades são alegrias que a vida Franciscana nos proporciona, seja no encontro com o Irmão, seja no encontro com Cristo por meio da Oração, seja no encontro com o sofredor, e isto motiva, alegra e nos faz melhor, porque sem dúvidas proporciona um encontro real e substancial com um Deus que embora sendo o Senhor do céu e da terra, não encontrou melhor lugar para habitar que o nosso coração e que nos ensina a cada dia a melhor forma de caminhar. Essa força, essa vontade de vencer, esse jeito jovem de superar pelas alegrias e as bênçãos recebidas as dificuldades e privações, isso me faz ser feliz por ser membro da Juventude Franciscana, somos uma juventude forte, vibrante e cheia de força!

Mantenham-se firmes na Oração sincera, profunda e contemplativa, na Formação sólida, galgada na palavra de Deus e nos valores e princípios Franciscanos e na Defesa da Justiça e da Paz, fazendo efetiva a opção preferencial da Igreja, de Jesus Cristo e de Francisco pelos pobres.

Continuemos firmes em nossa missão “de continuarmos a construir uma grande história” e de transformar o mundo em que vivemos do qual “cabe a nós salva-lo ou perdemo-nos com ele!”

Um feliz e abençoado dia do Jufrista, que o Pai Francisco, Santa Clara e Santa Rosa de Viterbo nos ajude para que possamos nos manter firmes e fiéis na vocação e no projeto de vida que um dia nos propusemos viver!

Paz e Bem!

Alex Bastos, OFS/JUFRA
Secretário Fraterno Nacional
da JUFRA do Brasil

06 de Março, Santa Rosa de Viterbo, Padroeira da JUFRA


Rosa viveu numa época de grandes confrontos, entre os poderes do pontificado e do imperador, somados aos conflitos civis provocados por duas famílias que disputavam o governo da cidade de Viterbo. Ela nasceu nesta cidade num dia incerto do ano de 1234. Os pais, João e Catarina, eram cristãos fervorosos. A família possuía uma boa propriedade na vizinha Santa Maria de Poggio, vivendo com conforto da agricultura. 

Envolta por antigas tradições e sem dados oficiais que comprovem os fatos narrados, a vida de Rosa foi breve e incomum. Como sua mãe, Catarina, trabalhava com as Irmãs Clarissas do mosteiro da cidade, Rosa recebeu a influência da espiritualidade franciscana, ainda muito pequena. Ela era uma criança carismática, possuía dons especiais e um amor incondicional ao Senhor e a Virgem Maria. Dizem que com apenas três anos de idade transformava pães em rosas e aos sete, pregava nas praças, convertendo multidões. Aos doze anos ingressou na Ordem Terceira de São Francisco, por causa de uma visão em que Nossa Senhora assim lhe determinava. 

No ano de 1247 a cidade de Viterbo, fiel ao Papa, caiu nas mãos do imperador Frederico II, um herege, que negava a autoridade do Papa e o poder do Sacerdote de perdoar os pecados e consagrar. Rosa teve outra visão, desta vez com Cristo que estava com o coração em chamas. Ela não se conteve, saiu pelas ruas pregando com um crucifixo nas mãos. A notícia correu toda cidade, muitos foram estimulados na fé, e vários hereges se converteram. Com suas palavras confundia até os mais preparados. Por isto, representava uma ameaça para as autoridades locais. 

Em 1250, o prefeito a condenou ao exílio. Rosa e seus pais foram morar em Soriano onde sua fama já havia chegado. Na noite de 5 de dezembro 1251, Rosa recebeu a visita de um anjo, que lhe revelou que o imperador Frederico II, uma semana depois, morreria. O que de fato aconteceu. Com isto, o poder dos hereges enfraqueceu e Rosa pode retornar a Viterbo. Toda a região voltou a viver em paz. No dia 6 de março de 1252, sem agonia, ela morreu. 

No mesmo ano, o Papa Inocêncio IV, mandou instaurar o processo para a canonização de Rosa. Cinco anos depois o mesmo pontífice mandou exumar o corpo, e para a surpresa de todos, ele foi encontrado intacto. Rosa foi transladada para o convento das Irmãs Clarissas que nesta cerimônia passou a se chamar, convento de Santa Rosa. Depois desta cerimônia a Santa só foi “canonizada” pelo povo, porque curiosamente o processo nunca foi
promulgado. A canonização de Rosa ficou assim, nunca foi oficializada. Mas também nunca foi negada pelo Papa e pela Igreja. Santa Rosa de Viterbo, desde o momento de sua morte, foi “canonizada” pelo povo. 

Em setembro de 1929, o Papa Pio XI, declarou Santa Rosa de Viterbo a padroeira da Juventude Feminina da Ação Católica Italiana . No Brasil ela é a padroeira dos Jovens Franciscanos Seculares. Santa Rosa de Viterbo é festejada no dia de sua morte, mas também pode ser comemorada no dia 4 de setembro, dia do seu translado para o mosteiro de Clarissas de Santa Rosa, em Viterbo, Itália.

Fonte: franciscanos.org




Fonte: Canção Nova


Oração

Senhor, por intercessão de Santa Rosa de Viterbo, preenchei-nos com Vosso Santo Espírito, para que possamos perseverar na fé e na defesa da Igreja com amor e coragem. Amém.

sábado, 3 de março de 2012

Reflexão - 02° Domingo da Quaresma



Transfiguração do Senhor

         Se verificarmos no Catecismo da Igreja Católica a Transfiguração do Senhor tem por finalidade fortificar a fé dos apóstolos em vista da Paixão: a subida à elevada montanha prepara a subida ao Calvário (CIC 568). Vemos assim que o próprio Jesus Cristo toma consigo Pedro, Tiago e João (Mc 9, 2) para um lugar a aparte para prepará-los para o momento crucial da nossa Igreja, a Crucifixão. Se fizermos um paralelo com o ano litúrgico teremos assim uma quaresma, momento esse que devemos estar atentos ao pedido e ao chamamento a conversão para a vida em Cristo.
Neste 2º domingo da quaresma Jesus se Transfigura diante dos apóstolos para que estes como nos diz o Catecismo se fortaleça na Fé, e para dar testemunho com suas próprias vidas que é necessário o retirar-se para se preencher desta luz tão brilhante das vestes de Cristo (Mc 9, 3), esta luz brilhante pode ainda representar pra nós católicos os sacramentos  como diz no Canon 568 do catecismo, a esperança da Glória de Deus, a Salvação.

        Lembramos ainda que durante a quaresma a Igreja se veste de roxo, cor esta que representa penumbra, penitência, oração; e foi justamente para oração que Cristo chama os apóstolos. Só assim em profunda Oração que Jesus se revela ao seu povo, se transfigura se dá a conhecer e viver! Ainda neste tempo favorável a conversão, pensamos um pouco na conversão que São Francisco teve, não foi do dia para a noite que nosso pai Seráfico mudou de vida este passou por um longo período de conversão, não só ele mais vários santos. No livro da Etapa da Formação Franciscana da JUFRA do Brasil, no subtema: A Experiência que Francisco tem de Jesus nos fala assim: “A conversão é o encontro de Francisco com os irmãos, sobretudo com os pobres, e com Deus. Também no encontro com o crucifixo da igrejinha de São Damião, Francisco descobre algo mais...” e é neste pensamento como servos e franciscanos e franciscanas devemos praticar a oração, o jejum e a penitência; tudo isto para podermos ter um caminho para a nossa salvação e com ela nossa Salvação.

        Levo a cada um a pensar: Como esta sendo minha conversão? Como está sendo o meu testemunho de vida para merecer a Salvação? Como eu estou vendo a Transfiguração de Cristo? Ou melhor, será que podemos um dia nos transfigurar como o nosso Mestre e Senhor?
Fraternalmente,
Antônio José Tenório da Silva
Subsecretário Regional para o Distrito Agreste - NEB1 -PE/AL 

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Reflexão - 1° Domingo da Quaresma


            Encontramos no Evangelho de hoje (Marcos 1,12-15), que Jesus foi levado pelo Espírito para o deserto, onde foi tentado por satanás. Hoje na oração do Ângelus, o papa diz que podem existir diversos significados para o deserto, entre eles: “pode indicar o estado de abandono e de solidão, o “lugar” da fraqueza do homem onde não há apoios e seguranças, onde a tentação se faz mais forte. Mas isso pode indicar também um lugar de refugio e abrigo, como foi para o povo de Israel escapar da escravidão egípcia, onde se pode experimentar, de modo particular, a presença de Deus”.

Ele ainda completa: “O que pode nos ensinar este episódio? Como lemos no livro Imitação de Cristo, “o homem nunca é totalmente livre da tentação, até o fim da vida... Mas com paciência e verdadeira humildade, se tornará mais forte do que qualquer inimigo” (Liber I, c. XIII Cidade do Vaticano 1982, 37); a paciência e a humildade de seguir todos os dias o Senhor, aprendendo a construir a nossa vida não sem Ele ou como se Ele não existisse, mas Nele e com Ele, porque é a fonte da verdadeira vida”. (Bento XVI – Oração do Ângelus – 26/02/12).
Duas palavras me chamam atenção no Evangelho: penitência e fé. Jesus nos pede que diante da chegada do Reino de Deus é preciso que nos convertamos e que creiamos no Evangelho. Estou levando isso a sério ou deixando para outro dia? Deparamo-nos todo ano com esse mesmo texto e o que mudou em nós? O que estamos fazendo para que nesse tempo de graça haja verdadeiramente uma mudança de mentalidade e de coração? Essas são algumas perguntas que trago para que esse tempo não seja desperdiçado, e que a exemplo de São Francisco de Assis, possamos vive-lo intensamente.

Fraternalmente,
José Douglas Soares C. de Souza
Sub. Nac. de Ação Evangelizadora da JUFRA do Brasil

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

RELÍQUIAS DA JUFRA


Aconteceu na noite de 19 de fevereiro, no XII CORJUFRA Eletivo do regional Sul 1 da JUFRA, na cidade de Ponta Grossa – PR, o “Decanato” com a presença da fraternidade Frei Eurico de Melo. Foi uma experiência incrível que todo jufrista deveria poder presenciar. Todos sentados ao redor do Santíssimo Sacramento, os jufristas de hoje, presentes no Congresso e os jufristas de ontem, os quais se colocaram a serviço nos primeiros anos da JUFRA no Brasil e conviveram com Frei Eurico de Melo, participantes hoje da fraternidade batizada com o nome de Frei Eurico.




Assim funcionava o “Decanato”, os primeiros jufristas, os “mais antigos” davam seus depoimentos, contando suas experiências vividas, principalmente sobre a convivência com a figura tão importante para nós da JUFRA, a de Frei Eurico de Melo. Ouvimos muitas histórias emocionantes, outras que nos levavam ao riso. Alguns minutos eram reservados para esses depoimentos, que sempre se prolongavam, afinal, como resumir em poucos minutos tantas experiências que vivenciaram na JUFRA? Após os depoimentos e perguntas dos novos jufristas, alegres cantávamos músicas animadas pela Fraternidade Frei Eurico. Deram seus depoimentos Marcela Siqueira, Moacir Aparecido dos Santos, Neuzete Lino, Rogerio Marenda, Edson Armando Silva, Inácio de Loyola Maier e Clair Eidt.

(Alex Bastos, Edson Armando Silva, Clair Eidt, Moacir Aparecido Dos Santos, Neuzete Lino, Rogerio Marenda, Marcela Siqueira, Marines Camillo e Inácio de Loyola Maier)


Uma das muitas histórias contadas por esses irmãos é a de que Frei Eurico, para realizar suas viagens de Treinamentos e Formações para a expansão da JUFRA, muitas vezes não tinha recursos financeiros nem mesmo para colocar gasolina em seu “Kimba”, mas sempre confiava na providência divina e sempre de alguma forma ou outra “dava seu jeito” e as viagens saíam. Após essa história, no dia seguinte um lindo cachorrinho seguia os jovens jufristas em seu passeio turístico na cidade de Ponta grossa. Essa cachorrinho foi recolhido e levado junto ao passeio, ainda foi batizado com o nome de “Kimba” e adotado por um jufrista da fraternidade local.
Impossível não compartilhar uma das respostas dadas à pergunta da jufrista: O que era priorizado, como conseguiram dar esse início tão importante à JUFRA levando a tantos jovens esse ideal? Os convidados relataram a importância que tinha para Frei Eurico a Formação e a Organização da JUFRA. Segundo eles, Frei Eurico não dava “café com leite”, mas “carne da melhor qualidade”. Ainda, outra convidada lembrou a importância de alguns ensinamentos tão conhecidos por nós atualmente: Fazer poucas coisas e fazer bem feito; Constrói devagar o teu segredo; Amar primeiro; e Amar até o fim. Foi um lindo momento de partilha que renovou o ideal de cada jovem e convidado ali presente, nos mostrando que, mesmo após 40 anos, esse ideal é tão forte e cabe a nós darmos continuidade a essa história.



Jamille Mateus Wiles

Subsecretária Nacional para a Área Sul

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

XII CORJUFRA REGIONAL SUL 1



Aconteceu entre os dias 18 e 20 de fevereiro o Congresso Ordinário Eletivo do Regional Sul 1 – Paraná, na cidade de Ponta Grossa-PR, no Convento Bom Jesus. Participaram do Congresso todas as 5 fraternidades oficiais do regional: Fraternidade Paz e Bem - Ponta Grossa; Fraternidade Frei Pio – Céu Azul; Fraternidade Vem e segue-me – Foz do Iguaçu; Fraternidade Luz da Nova Vida – Curitiba; e Fraternidade JUSFRA – União da Vitória. O Congresso foi presidido pelo Secretário Fraterno Nacional da JUFRA, Alex Bastos e contou ainda com a participação da Subsecretária Nacional para a Área Sul, Jamille Mateus Wiles. O tema do Congresso foi “A Fraternidade é fruto do trabalho”, que foi refletido pelo Frei Rogério Goldoni Silveira.
Na manhã e tarde de sábado foram apresentados os relatórios das fraternidades locais, bem como dos membros do secretariado fraterno regional do triênio 2009-2012.
Na noite de sábado foram eleitos os seguintes irmãos para o triênio 2012-2015: Eduardo Stringari – Secretário Fraterno regional; Caroline Otani – Subsecretária para o Distrito I e Sidney Nery – Subsecretário para o Distrito II. Para o conselho fiscal foram eleitos como membros titulares os irmãos: Márcio José de Melo; Ana Caroline de Souza Ferreira e Cristiane de Fátima Lemos. Após o rito eletivo o jovem Eduardo Stringari lavou os pés dos dois jufristas que entraram na JUFRA mais recentemente, simbolizando o serviço que será exercido em favor dos irmãos no próximo triênio.

Na manhã de domingo participamos da missa de posse, na Paróquia Bom Jesus.
À tarde realizou-se uma gincana franciscana e à noite houve um convívio fraterno com a Fraternidade Frei Eurico de Melo.
O dia de segunda foi reservado para um passeio turístico no “Buraco do Padre” e “Recanto do Botuquara”. Foi um dia de muita integração em meio à natureza.

Assim encerrou-se o XII CORJUFRA Sul 1, na certeza de muitas bênçãos de Deus e revigoramento para o regional.


Jamille Mateus Wiles
Subsecretária Nacional para a Área Sul

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Quarta-feira de Cinzas - Início da Quaresma




Irmãos e irmãs, paz e bem!
            Hoje, dia 22 de fevereiro, quarta-feira de cinzas, começa para nós cristãos o tempo Quaresmal, onde na Celebração Eucarística desse dia, a igreja impõe sobre os fiéis às cinzas, sinalizando assim esse tempo novo, onde devemos fazer penitencia e buscarmos a conversão.

            O evangelho do dia, nos dar três pistas, para que possamos colocar em prática nesses quarenta dias, que são a esmola (generosidade, partilha, solidariedade), a oração e o jejum (renúncia, desprendimento, pobreza). “Vamos montar uma cesta básica e entregarmos a uma família carente?” “Vamos rezar mais!” “Vamos fazer novenas nos bairros carentes da nossa cidade?” “Essa quaresma não como carne!” Falamos e/ou ouvimos muito essas frases nesse período, mas será que realmente isso é válido? Isso faz com que cresçamos espiritualmente?  Esses sacrifícios, ofertas e orações só se tornam validos quando verdadeiramente temos uma atitude de conversão em relação a Deus e a nossos irmãos.
            Assim podemos perceber que esse tempo litúrgico vem reforçar, a buscar da conversão. Mas o que é a conversão? Nada mais é do que uma “mudança moral, pela qual o homem renuncia à sua conduta anterior, volta-se para Deus e cumpre a sua vontade”. Vejam, devemos voltar para Deus, parar, refletir e escutar o que Deus quer da gente. Sabemos que o caminho da transformação é estreito, o próprio Jesus fala: “Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram” (Mt 7, 13-14).
            Se realmente quisermos nos converter, temos que ficar certos desta escolha, pois sou “eu” que quero mudar, “eu” quero ser de Deus! Quando começar? Onde começar? Comecemos agora, aí mesmo onde nós estivermos! Tem uma frase muito profunda que diz assim: “não queira fugir da sua realidade, pois é nela que Deus quer realizar uma obra em sua vida (Ricardo Sá)”. O que você esta esperando? Quantas quaresmas mais você vai esperar? O tempo é agora. Não podemos deixar a graça passar, esse tempo é propicio para isso, ele vem para reforçar que devemos mudar. Devemos nos empenhar! Que a partir de hoje, nós cristãos franciscanos, comecemos a nossa conversão, para assim, daqui a alguns dias possamos CELEBRAR a Ressurreição de Cristo.


Fraternalmente,
José Douglas Soares C. de Souza
Sub. Nac. de Ação Evangelizadora da JUFRA do Brasil

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Campanha da Fraternidade 2012 - Fraternidade e Saúde Pública: “Que a saúde se difunda sobre a terra”

SECRETARIADO FRATERNO NACIONAL DA JUFRA DO BRASIL
Subsecretaria de Direitos Humanos, Justiça, Paz e Integridade da Criação
Subsecretaria de Ação Evangelizadora
Largo São Francisco, 173 – Centro – São Paulo / SP – CEP: 01005-010


Ofício 01/2012
A/C: Fraternidades Regionais e Locais
Assunto: Campanha da Fraternidade 2012
           
“Veja como está a saúde de seus irmãos...” (2Sm 17,18b)

Santa Rita-PB e Bom Conselho-PE, 16 de Fevereiro de 2012.


           

Irmãs e irmãos da JUFRA do Brasil,
Paz e Bem!

Iniciamos um novo tempo litúrgico, a Quaresma, tempo forte de nos prepararmos para a Páscoa, fazendo com que, a partir de uma reflexão profunda, mudemos nossos atos, para buscarmos construir o Reino de Deus, que começa com nosso compromisso de Justiça e Paz.

Há 49 anos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propõe neste período quaresmal, a Campanha da Fraternidade (CF), onde em torno de um tema específico da realidade colocamos em prática gestos concretos de amor fraterno. Nesse ano de 2012, a CF traz o tema: “Fraternidade e Saúde Pública” e o lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8).
 
O objetivo geral da CF-2012 é: “Refletir sobre a realidade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção dos enfermos e mobilizar por melhoria no sistema público de saúde.” (cf. Texto-Base, pág 12).




Portanto, junto à Igreja no Brasil, em nossas Comunidades, Paróquias e Dioceses, nós jovens franciscanos devemos nos conscientizar sobre essa temática, procurando informações e captando fatos e situações da realidade de nossos bairros para, a partir disso, buscarmos maneiras de lutarmos pela efetivação do direito à saúde pública, gratuita e de qualidade.

Enviamos a vocês este Ofício também para recordar aos irmãos e irmãs de todas as Fraternidades os compromissos que assumimos, enquanto Juventude Franciscana do Brasil, na “Carta de Guaratinguetá: A JUFRA que queremos ser!”, que segue:

“(...) assumimos como compromisso somar forças junto às manifestações contra o descaso dos poderes públicos, fortalecer os grupos de conscientização sócio-ambiental e coleta de materiais recicláveis, participar da elaboração e controle social das políticas públicas, promover o engajamento nas diversas Pastorais Sociais e organizações populares, fomentar a Campanha da Fraternidade e o Grito dos/as Excluídos/as e, como contribuição específica da JUFRA, realizar anualmente, de 01 a 10 de dezembro, a Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos.”

Como colaboradores neste compromisso,

Emanuelson Matias de Lima (Elson)
Subsecretário Nacional de DHJUPIC da JUFRA do Brasil

José Douglas Soares Cordeiro de Souza
Subsecretário Nacional de Ação Evangelizadora da JUFRA do Brasil


Acesse o Material da Campanha da Fraternidade 2012:

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

IV Reunião do SFN da JUFRA do Brasil


O Senhor nos chamou a trabalhar,
 por que a messe é grande a ceifar.


Nos dias 04 e 05 de fevereiro do corrente ano, estivemos na Sede da Província dos Capuchinhos São Francisco das Chagas, situada na cidade de Fortaleza/CE, para realizarmos a 4° Reunião Ordinária do Secretariado Fraterno Nacional da JUFRA do Brasil. . Estiveram presentes a reunião os irmãos Alex Bastos (Secretário Fraterno), Jamille Wiles (Área Sul), Wesley Silva (Área Nordeste A), Mayara Ingrid (Formação), Sandolini Braga (Finanças), Elson Matias (DHJUPIC), Douglas Soares (Ação Evangelizadora) e Wigna Jales (Animadora Fraterna). Os demais irmãos justificaram o não comparecimento. O SFN inicia esse novo ano com muito ânimo e bons projetos para a JUFRA do Brasil.



 Portanto, muitos assuntos foram discutidos e importantes decisões foram tomadas para o bom andamento da JUFRA do Brasil, podemos destacar alguns destes assuntos:    

Elaboração do calendário de atividades para o ano 2012, no qual ficou agendado para os dias 06, 07, 08 e 09 de setembro, o 2° Encontro Nacional de Formadores e o 1° Encontro Nacional para Animadores/Assistentes, que se realizará em Brasília/DF.

      - Nomeação da irmã Gleice Francisca Pereira da Silva, da cidade de Foz do Iguaçu/PR, para Subsecretaria Nacional de Infância, Micro e Mini Franciscanos. Seja bem vinda!

      - Encontro Mundial da JUFRA e Jornada Mundial da Juventude que acontecerá no Brasil em 2013;

     -Congresso Nacional da JUFRA do Brasil que acontecerá no carnaval de 2013, no estado do Rio Grande do Sul.

     - Avaliação e discussão sobre a caminhada dos regionais.

     - Avaliação, discussão e diversas propostas repassadas para as Subsecretarias de Serviços.

Ressaltamos ainda a grande alegria da presença dos irmãos (as) da JUFRA de Fortaleza que nos realizou visita. Que Deus os abençoe e os fortaleçam na caminhada franciscana. Agradecemos de maneira muito especial os frades capuchinhos que nos acolheram com tão grande amor fraternal em sua sede provincial. Nossa gratidão e afeto.



Pedimos então a proteção e as bênçãos do nosso Seráfico Pai São Francisco de Assis e de Santa Clara, para que nos ajudem nesse caminho de construção e re-construção do projeto de Vida que queremos para a Juventude Franciscana do Brasil.

“...Reconhecemos que temos um desafio diante de nós: o de continuarmos a construir uma grande história!...” (carta de Guaratinguetá: A JUFRA que queremos ser).


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